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Acne – uma fatalidade?

Acne de tendencia cicatriciaXl
Acne de tendência cicatricia
Acne papulo-nodularX
Acne pápulo nodular
Acne friccional capaceteX
Acne friccional
Acne juvenil antesX
Acne juvenil - Antes
Acne juvenil depoisX
Acne juvenil - Depois
Cicatrizes acne antesX
Cicatrizes acne - Antes
Cicatrizes acne depoisX
Cicatrizes acne - Depois

acneO que é o ACNE?

A acne é, porventura, a patologia cutânea mais frequente e a que apresenta maior incidência e prevalência na população em geral. Não distingue sexos e calcula-se que afecte, de formas variáveis, mais de 80 por cento da população mundial em determinado período da sua vida. É típica na adolescência mas pode perdurar durante as primeiras décadas de vida ou surgir, aparentemente sem razão e de forma “inaugural”, numa idade mais avançada. Vários fenómenos estão envolvidos na sua génese mas são, sem sombra de dúvida, os factores hormonais os mais frequentemente envolvidos. É, por isso, uma patologia típica dos momentos da vida associados a estes câmbios hormonais, como a puberdade, algumas fases do ciclo menstrual ou a gravidez.

Se tomarmos em consideração as suas variadas formas de apresentação, veremos que outros factores podem condicionar também com o seu aparecimento ou agravamento.

Basicamente há quatro vectores que modulam a acne:

  • o aumento da produção de sebo pelas glândulas sebáceas;
  • algumas alterações da flora microbiana das mesmas;
  • a formação de rolhões de queratina (proteína da pele) nos poros;
  • a inflamação local das glândulas sebáceas.

Podemos também dividir, grosseiramente, as fases evolutivas da acne em três:

  • fase de retenção das secreções com presença de pontos negros e pontos brancos (espinhos);
  • fase inflamatória onde encontramos elementos inflamados e com “cabeças de pus” ou mesmo nódulos;
  • finalmente, uma fase cicatricial onde são visíveis as cicatrizes residuais das anteriores lesões.

De forma frequente estes vários tipos de lesões coexistem e têm abordagens terapêuticas distintas consoante as que predominem.

Como foi dito anteriormente, embora os factores hormonais sejam esmagadoramente os mais frequentes no desencadear destes quadros, outros há que originam tipos de acne particulares como, por exemplo, o efeito oclusivo de alguns cosméticos e óleos que podem dar origem ao “acne cosmético”, a fricção de algumas peças de roupa localmente (cintos, golas, capacetes, …), que são responsáveis pelo “acne mecânico”, a maceração e a proliferação de alguns micro-organismos nas zonas de pregas cutâneas que geram o dito “acne inverso ou das pregas”, a toma ou aplicação prolongada de medicamentos derivados da cortisona que conduzem ao “acne cortisónico”, entre algumas outras variedades.

Nestes últimos tipos seria suficiente suspender os factores que estão na sua origem para tratar a patologia, mas no denominado “acne vulgar” a abordagem terapêutica tem que ser multifacetada e adequada à própria evolução que se vai verificando nas lesões no tempo.

Alguns mitos devem, no entanto, ser desfeitos, e sobretudo aqueles para os quais não há provas científicas de suporte como é o caso da influência da alimentação (chocolates, fritos, …), da falta de higiene, ou mesmo o facto de que o início da vida sexual activa resolveria a questão.

Qual o Tratamento para o Acne?

Os princípios de tratamento baseiam-se em várias premissas das quais salientaria o tipo de acne em questão, a sua gravidade, a afectação psicológica que gera, o tipo de pele, o sexo, a idade, os antecedentes e o tipo de recursos económicos do paciente.

A terapêutica disponível, que frequentemente é mista, conta com produtos de limpeza e aplicação tópica com acção preferencial num ou noutro factor específico, exposição a fontes de luz ultra-violeta, medicação sistémica (de toma pela boca), manipulações locais (drenagens, infiltrações intra-lesionais,…), peelings variados conforme estamos a tratar lesões activas ou cicatriciais, ou uso de terapêutica laser (essencialmente numa fase de correcção das cicatrizes).

A acne é uma patologia relativamente melindrosa de tratar e a duração deste tratamento, embora variável, é regra geral medianamente prolongado dado que o período de manutenção da terapêutica é importante para evitar a recidiva desta patologia que pode deixar marcas indeléveis e confrangedoras para uma vida social normal no futuro.

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