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Os preenchimentos cutâneos são substâncias que são usadas na revolumetrização facial (e também corporal) que é um dos principais fatores de rejuvenescimento facial e podem ser subdivididos em 3 tipos:

os temporários

os semi-permanentes e permanentes

os bio-estimulantes

Porquê os Temporários?

Os materiais semi-permanentes e permanentes caíram pouco a pouco em desuso porque, independentemente de eventuais reações tardias que podiam originar, houve uma perceção que os traços da nossa fisionomia estando em mudança constante e progressiva, não faz sentido estar a induzir alterações definitivas em termos volumétricos na face que mais tarde poderiam não estar em consonância com eventuais alterações das feições individuais.

São, então, os materiais temporários de absorção progressiva mais ou menos rápida (entre os quais o ácido hialurónico de reticulação variável é o mais representativo, uma vez que é uma molécula produzida no nosso tecido conjuntivo) os mais usados no dia-a-dia com resultados altamente satisfatórios e sem qualquer risco de reação adversa quer imediata quer a médio-longo prazo.

Os materiais bio-estimulantes (poli-capronolactona, ácido poliláctico, hidroxiapatite de cálcio, …) são boas alternativas também uma vez que são reabsorvidos em tempos variáveis e produzem um efeito de estimulação dos fibroblastos na derme na produção de novo colagénio, fibras elásticas e moléculas da substância fundamental e com resultados harmoniosos e duráveis. Nestes casos o efeito de preenchimento é retardado de algumas semanas mas tende a ser um pouco mais duradouro do que com os descritos anteriormente.

As estrias - algo de novo?

Estrias axilares
Estrias Axilares
Estrias das ancas
Estrias das Ancas
Estrias de crescimento
Estrias de Crescimento
Estrias face int coxas
Estrias Face Interior das Coxas
Estrias gravidez
Estrias de Gravidez
Estrias mamas
Estrias de Mamas
Estrias rubras
Estrias Rubras
 

tratamento estriasAs estrias são cicatrizes cutâneas da pele, que se referem a pequenas fracturas causadas à derme, por fenómenos de distensão dos tecidos e factores hormonais que fragilizam as fibras de colagénio. Estas pequenas rupturas são lesões irreversíveis que formam cicatrizes dérmicas visíveis.

As estrias são um tipo de patologia cutânea fácil de reconhecer por toda a gente. A lesão recente, apresenta uma tonalidade avermelhada, em que existe um tecido cicatricial muito vascularizado, decorrendo desse facto a tonalidade avermelhada. Progressivamente, com o passar do tempo, o depósito de material cicatricial nomeadamente o colagénio, as mesmas estrias tomam uma tonalidade esbranquiçada, nacarada - o aspecto típico das estrias estabilizadas.

Porque e onde se desenvolvem as Estrias?

As estrias surgem como resultado da distensão dos tecidos e é nas idades e nas alturas em que a morfologia cutânea muda de uma forma relativamente rápida, que são mais susceptíveis de aparecer. São períodos típicos a adolescência, quando há um pico de crescimento corporal ou quando há aumentos de massa gorda ou massas musculares (engordar/emagrecer, musculação), ou seja, quando há processos de variação de massa e/ou estiramento cutâneos relativamente rápidos. O terceiro trimestre da gravidez, altura em que o feto mais cresce e ganha peso com o consequente aumento do volume do abdómen, do peito e do plano adiposo em geral é, habitualmente também, um momento crítico no aparecimento destas lesões.

As zonas mais habitualmente envolvidas no aparecimento das estrias é a região glútea (as nádegas), as mamas e as ancas, já que são zonas de grande concentração de tecido adiposo. É um facto que, por questões genéticas e hormonais, a mulher está mais sujeita ao aparecimento das estrias, se bem que elas aparecem no homem também, com alguma frequência.

Outro importante factor de desenvolvimento das estrias, sobretudo em áreas de pele fina, são os medicamentos conhecidos genericamente como corticosteróides - anti-inflamatórios muito potentes, derivados da cortisona. - cuja aplicação continuada conduz a graus variáveis de atrofia cutânea e à formação de estrias locais, as denominadas “estrias cortisónicas”.

A prevenção e o tratamento de Estrias

A abordagem das estrias envolve 2 vertentes. A prevenção do seu aparecimento e tratamento cosmético das estrias já instituídas.

Um dos principais factores na óptica da prevenção, é a hidratação cutânea – que de alguma forma condiciona a elasticidade da pele e a sua capacidade de sofrer distensões sem haver a ruptura dos tecidos. Como parece evidente, e decorrente do já explanado, o controle do ganho de peso e/ou massa corporal é a pedra basilar deste processo de prevenção.

Uma vez instituída a estria, a sua abordagem é mais difícil. Existem inúmeros métodos de, não conseguindo erradicá-las por completo, pelo menos melhoram substancialmente o seu aspecto cosmético e a eventual flacidez cutânea associada. Numa fase em que a estria é recente e tem uma tonalidade avermelhada, a melhor forma de tratar é tentar remover-lhe essa componente vascular. Realiza-se esta abordagem da “estria vascularizada” através da coagulação dos vasos por um laser específico designado de PDL (laser pulsado de contraste).

Do ponto de vista do tratamento tópico directo há moléculas, nomeadamente os retinóides (derivados da vitamina A ácida), que têm a capacidade, ao nível da derme, de estimular as células locais na produção de novos elementos da mesma - fibras elásticas, colagénio e outras moléculas da substância fundamental com capacidade de hidratação da derme, sendo importantes para a melhoria cosmética dessas estrias.

Na fase das estrias nacaradas o problema é mais complicado de resolver, já que são lesões estabilizadas e verdadeiras cicatrizes dérmicas. Há um componente fibroso importante e alguma atrofia da epiderme pelo que aí também a melhor abordagem é a aplicação dos retinóides tópicos e de alfa-hidroxiácidos que têm igualmente algum poder de estimulação dérmica.

Numa abordagem mais enérgica destas lesões existem variados protocolos - laser de CO2 fraccionado, mesoterapia com extracto de alcachofra e silício orgânico ou técnicas particulares de peeling químico com ácido tricloroacético (TCA). Estas últimas estão, habitualmente, englobadas em protocolos de abrasão prévia (mecânica ou laser) seguida da aplicação de ácidos e pensos oclusivos durante algum tempo. São procedimentos relativamente agressivos que requerem motivação do doente já que induzem períodos de convalescença variáveis, pelos cuidados diários necessitados e pelo incómodo de vários dias que causam. Estas técnicas devem ser executadas em várias sessões (3 a 4 habitualmente), espaçadas por algumas semanas, para uma melhoria progressiva do aspecto cosmético das estrias.

De uma forma geral, quanto mais agressiva é a técnica mais rápidos são os resultados observados na estria, sendo que a aplicação simples de medicação tópica (cremes) tem resultados lentos e muito limitados, parcialmente visíveis apenas a médio/longo prazo.

Nunca será demasiado relembrar como principal premissa da prevenção destas inestéticas lesões cutâneas, a contenção do aumento brusco de massa corporal (gordura e músculo), a sustentação externa (cintas, soutiens, …) e a insistente hidratação cutânea.

Celulite

O termo “celulite” é originário da literatura francesa e tornou-se de uso generalizado na população em geral mas também na comunidade científica, pese a terminologia “-ite” fazer supor a existência de um fenómeno inflamatório associado, que raramente existe.

Como se trata de um aspecto cutâneo quase sempre assintomático e sem qualquer significado patológico há mesmo autores que consideram a celulite uma “patologia” estimulada pela indústria estética e cosmética.

É extremamente frequente no sexo feminino (entre 85 e 98% das mulheres pós-puberdade em graus diversos), rara no homem e surge preferencialmente nas nádegas, ancas e coxas.

O aspecto

Embora sobejamente conhecida a sua aparência, muitas são as incertezas da sua origem, mesmo a nível científico.

Os dois pontos mais característicos da celulite são: o aspecto de casca de laranja e a aparência acolchoada global que confere à pele, associando-se a graus mais ou menos marcados de flacidez cutânea.

A sua classificação é feita, por regra, em 3 graus, variando do aspecto normal da pele em repouso e pequenas alterações apenas à contracção muscular ou pelo pinçar da pele (grau 1) até ao aspecto de depressões associadas a nódulos duros mesmo em repouso (grau 3).

A origem

Vários têm sido os factores invocados para o seu aparecimento, entre os quais o ganho de peso com acumulação de gordura nas células (adipócitos), a compressão de vasos sanguíneos e linfáticos que geram a dificuldade de drenagem dos tecidos (provocando défice de oxigenação e edema), factores hormonais (femininos) que facilitariam a retenção de fluidos, o tabaco, a diferente distribuição anatómica da gordura nos 2 sexos e a própria anatomia do tecido adiposo.

Este último aspecto parece ter uma relevância particular na explicação da frequência e aspecto desta afecção no sexo feminino. Conforme, mais uma vez, ficou demonstrado com estudos recentes por ressonância magnética os locais de depressão cutânea típicos da celulite resultam da tracção da superfície cutânea por septos (cordões) fibrosos verticais que unem as camadas superficiais da pele (derme) à região superficial dos músculos (fascias) e, entre os quais, se acumulam os lóbulos de gordura. Assim sendo um aumento destes lóbulos fará “sobressair “ a pele entre entes pontos de ancoragem, dando-lhe o característico aspecto acolchoado. E então porque tal não acontece no homem? Certamente pelas diferenças anatómicas da distribuição destes mesmos septos fibrosos que, em vez de se distribuírem verticalmente entre a pele e a superfície muscular, têm um arranjo cruzado entre eles que impede a projecção destes lóbulos de gordura na superfície da pele.

O tratamento

Todos os anos surgem novas promessas de tratamentos eficazes para a celulite. Como em todos os temas que envolvem emocionalmente as pessoas afectadas, as esperanças são sempre enormes.

É um facto que não existe tratamento totalmente eficaz e definitivo para a celulite mas, também é um facto que ao longo dos anos e muita particularmente na última década, têm surgido alternativas terapêuticas capazes de diminuir e melhorar muito o aspecto da mesma.

Os suplementos alimentares e as dietas não provaram ser eficazes só por si nestes casos.

Quando a celulite é muito marcada, com zonas de depressão cutânea acentuadas, a técnica cirúrgica da subcisão que consiste no corte dos septos fibrosos mais notórios com o bisel da ponta de uma agulha é bastante satisfatória.

A liposucção, que remove a gordura por baixo da pele não é eficaz na celulite e nalguns casos pode mesmo agravar o problema cosmético.

Os tratamentos que recorrem à mobilização mecânica dos tecidos tendem a melhorar este aspecto, como sejam a drenagem linfática (manual ou com aparelhos) e a endermologia (embora possa induzir alguma flacidez cutânea neste caso).

Novas tecnologias que associam laser de díodo e arrefecimento, radiofrequência e infravermelhos, ultra-sons, carboxiterapia, etc., têm tido muito bons resultados estéticos na redução da celulite. Destas técnicas destacaria sem dúvida a rádio-frequência associada aos infravermelhos e à sucção local (Vela-Shape®). Todas estas tecnologias têm como premissa a mobilização dos tecidos, a melhoria da microcirculação e da drenagem linfática, a tentativa de ruptura dos septos inter-lobulares e a activação metabólica e reabsorção do tecido adiposo.

De forma mais tradicional e de eficácia comprovada, temos a mesoterapia, que recorre à administração “in loco” de vários tipos de moléculas (das quais se destacam a fosfatidilcolina, a cafeína, o silicium orgânico e a centella asiatica) para promover a degradação e drenagem do tecido adiposo nestes locais. Os tratamentos tópicos são aconselhados para a celulite grau 1 ou em associação com a terapêutica cirúrgica, mecânica, laser, com radiofrequência ou de carboxiterapia e faz apelo a incontáveis ingredientes activos como a Centella asiática, complexos orgânicos iodados, Gingko Biloba, retinóides, coenzima A, metilxantinas, cafeína, entre outros.

Todos estes tratamentos devem ser mantidos ao longo dos anos, com frequência variável e individual para se obter uma manutenção de resultados.

Acima de tudo, medidas simples e algumas alterações do estilo de vida podem ser importantes no tratamento da celulite como o exercício físico, que não tem que ser intenso e exagerado, o controlo ponderal e a redução ou suspensão de ingestão de factores hormonais (pílula contracetiva nomeadamente).

Botox

botox O que é?

Ao contrário do que muitos pensam, a toxina botulínica, vulgarmente chamada Botox, não é um material para preencher rugas, mas antes uma molécula capaz de diminuir a contractibilidade dos músculos faciais da mímica responsáveis pela formação das denominadas «rugas de expressão».

Para saber mais sobre o Botox, como funciona e qual o seu mecanismo no apagamento das rugas, contacte-nos pelo telefone +351 213 714 116 ou pelo endereço de e-mail geral@derme.pt.

Estas rugas de expressão são, por exemplo, as rugas formadas ao nível da testa e entre as sobrancelhas, os «pés de galinha», as rugas horizontais da testa, entre outras.

Para que pode ser utilizado?

Além deste efeito, o Botox permite ainda jogar no efeito de equilíbrio dinâmico dos músculos faciais e conseguir outro tipo de efeitos, como o levantamento da cauda da sobrancelha, o levantamento dos ângulos labiais, a anulação das pregas do pescoço ou a diminuição da mobilidade da ponta do nariz aquando da fala.

O Botox permite ainda um efeito de alisamento cutâneo global por pequenas doses ministradas de forma muito superficial e dispersa na pele (meso-Botox), a diminuição das rugas verticais do lábio superior ou das rugas do nariz («nariz de coelho»), etc.

Consulte-nos já através do +351 213 714 116 ou via e-mail, para o geral@derme.pt e coloque todas as questões que ainda possa ter sobre o Botox.

A duração de acção do Botox, após administração local, é de cerca de 6 meses, devendo ser repetida para manter o efeito desejado, que passa por uma pele alisada e com um aumento da luminosidade.

Além dos aspectos cosméticos, o Botox é ainda uma molécula de uma extrema eficácia na diminuição da transpiração, quer axilar, quer das palmas das mãos e plantas dos pés, onde a duração da sua acção tende a ser superior a um ano.

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