Aquivos por Autor: Dr. Miguel Trincheiras

Sobre Dr. Miguel Trincheiras

Licenciado em Médecine, Chirurgie et Accouchements pela Universidade de Liège- Bélgica. Especialista em Dermatologia e Venereologia pelos Hospitais Civis de Lisboa (H. Desterro) com o título de Assistente Graduado, tendo sido director do Serviço de Dermatologia do Hospital Reynaldo dos Santos até 2006. Membro de várias sociedades nacionais e internacionais de Dermatologia e Dermocosmetologia. Assistente e participante regular em diversas reuniões e congressos nacionais e internacionais de Dermatologia. Júri de vários concursos de produtos de dermocosmetologia (Saber Viver, Happy).

Os mitos e a prevenção eficaz do herpes labial

O herpes labial é das mais comuns infecções virais em todo o mundo, afectando uma percentagem elevada dos membros de uma população. Trata-se de uma infecção causada pelo vírus herpes simples (HSV-1 ou HSV-2), que nos acompanhará durante bastantes anos ou durante a vida toda. Esta infecção é ao mesmo tempo fácil de combater e fácil de propagar, graças a propriedades particulares que favorecem a sua transmissão.

E você? Sabe distinguir entre os mitos e as verdades sobre o herpes labial?

As ideias erradas sobre o herpes labial

Herpes labialCerca de 30-40% da população mundial teve em algum momento um episódio sintomático de herpes labial, mas a prevalência deste vírus pode abranger até mais de 90% da população humana (quase toda a população tem contacto com este virus num momento ou outro da sua vida). Este perigo existe tanto para o herpes labial, quanto para o genital: um conjunto elevado de indivíduos podem ser apenas portadores assintomáticos, mas continuam a representar um perigo para os outros. Porque a ausência de sintomas nem sempre significa ausência de contagiosidade e nunca é demais recomendar que se tomem todas as precauções possíveis no decorrer de relações sexuais, por forma a evitar o contágio.

Infelizmente, apesar de se achar que a transmissão do vírus só se dá durante um episódio activo, isto não é verdade. Como perante a presença de sintomas tendemos a evitar o contacto com a infecção, é precisamente durante os períodos sem sintomas que mais vezes se dá o contágio, pois o vírus activo pode ser excretado através de micro lesões na pele.

Durante um episódio de herpes labial, os sintomas podem ser incomodativos, e alguns indivíduos podem pensar que tratar o local da infecção com substâncias cáusticas como o álcool ou a tintura de iodo alivia os sintomas e ajuda a curar o episódio, mas nada está mais errado. As substâncias cáusticas não surtem qualquer efeito sobre o vírus e poderão efectivamente irritar mais ainda os locais de aplicação, vulnerabilizando a pele e facilitando a propagação do vírus. Só anti-víricos poderão surtir um efeito útil sobre os vírus.

E se achar que o herpes labial não é perigoso, está enganado. O herpes genital, durante um parto pode ser fatal para o recém-nascido, causando-lhe uma encefalite herpética. É, por isso, uma exigência o parto por cesariana nestas condições. O vírus do herpes pode ainda afectar segmentos correspondentes a nervos periféricos  da zona ocular ou do ouvido, causando sintomas pesados e muito incómodos a este nível.

Como prevenir o herpes labial

Uma vez infectados, o herpes labial irá acompanhar-nos ao longo de uma boa parte da vida, com ou sem sintomas. O modo rápido como um episódio surge é uma das causas para a sua transmissão ser tão fácil, pois mesmo antes de notarmos algum sintoma, já podemos ter carga viral activa a expressar-se na superfície da nossa pele e a possibilitar o contágio.

Após um episódio, o vírus migra ao longo dos nervos para ficar dormente nos respectivos gânglios onde estímulos externos podem voltar a acordá-lo. Tais factores desencadeantes incluem a menstruação, episódios de febre, traumatismos locais, estados de ansiedade ou exposição solar excessiva.

Embora não haja verdadeiramente um modo de totalmente evitar o herpes labial, deixamos aqui os nossos conselhos para a sua prevenção:

  • A exposição solar é a causa mais fácil de controlar. Se tem episódios recorrentes de herpes labial, utilize um protector solar nos lábios. Ensaios clínicos mostraram que esta medida corta para menos em metade a probabilidade de desenvolver um episódio de herpes após exposição solar.
  • Recorra a alimentos que contenham lisina, como batatas, ovos e peixe. A lisina tem sido apontada como um factor preventor de episódios de herpes labial. No entanto, deve monitorizar os seus níveis de colesterol, pois a lisina tende a aumentar os mesmos.
  • Mantenha o seu sistema imunológico forte, através de uma alimentação saudável, pois sabemos que quando este está comprometido (por exemplo durante uma constipação), é que o vírus tem mais possibilidades de se reactivar.
  • Evite entrar em stress. Mesmo que as provas científicas sejam omissas, o stress parece anteceder um episódio de herpes. Se este for o seu caso, procure formas de se ocupar para evitar o stress, seja isso ginástica, meditação, ou outra actividade.
  • No caso de sofrer de episódios de herpes de repetição deverá ter à mão, sempre, anti-virais de toma oral (aciclovir ou valaciclovir), para iniciar a terapêutica o mais brevemente possível quando iniciar sintomas de um episódio agudo de herpes.
  • Localmente devem ser aplicadas apenas elementos que “sequem” as lesões, o mais inertes possível (sulfato de zinco, éter, …) para evitar sensibilizações e eczemas secundários.

Mas acima de tudo, fale com um médico dermatologista em Lisboa ou na sua cidade. Só um médico pode aconselhá-lo e prescrever uma terapia de manutenção e supressão com medicação, caso tenha episódios recorrentes de herpes labial.

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 21 de Agosto de 2014. O seu conteúdo foi actualizado.

Rosácea e pele vermelha: como tratar esta inflamação no rosto?

O que é e como se manifesta a rosácea?

rosacea couperoseAs pessoas com pele fina, muito branca ou pálida estão mais expostas a factores externos susceptíveis de trazer vários problemas e doenças, como a rosácea. Esta doença de pele, também conhecida por couperose (numa vertente apenas vascular e inicial), manifesta-se através de vermelhidão e pequenos derrames nas bochechas, nariz, testa e queixo. Trata-se de uma inflamação na pele que pode atingir várias fases. Pontualmente, a pele começa por ficar rosada, e depois progressivamente mais avermelhada com vasos sanguíneos dilatados. Nesta fase, podem surgir ardor e comichão e ainda pequenas borbulhas nas maçãs do rosto. O desconforto pode ainda traduzir-se em picadas, sensação de pele repuxada e secura. Dependendo de cada indivíduo, as manchas na pele alastram para a zona nasal e malar. Em casos mais, graves, pode chegar ao queixo, pescoço e peito. Para que a doença melhore e não alastre, deverá aconselhar-se com um especialista em Dermatologia o quanto antes! Não espere mais, pois o problema pode agravar-se. Não espere mais, informe-se e trate-se precocemente com os especialistas na área da dermatologia!

Por que razão tenho rosácea?

tratamento da RosaceaPode ser uma questão genética, pois as peles secas, finas e mais claras (associadas tradicionalmente a olhos claros) são mais frágeis e apresentam menor capacidade de defesa e, por isso, mais reactivas aos factores externos, tais como: – Ambientais (sol, calor, frio, diferenças de temperatura, etc.) – Alimentares (bebidas muito quentes ou muito frias, consumo excessivo de álcool, comida picante, café, tabaco, etc); – Determinados produtos cosméticos ou as alterações emocionais; – Medicamentos vaso-dilatadores. Por seu turno, a doença pode ainda estar associada a anomalias vasculares que muitas vezes resultam num aumento dos vasos sanguíneos, tornando-se estes visíveis e aumentando assim a vermelhidão da pele. É importante realçar que a rosácea/couperose não é contagiosa, afecta homens e mulheres adultos e torna-se uma patologia crónica ao fim de alguns anos.

Qual o tratamento mais adequado para a Rosácea?

A nossa pele está permanentemente exposta a factores de risco e agressivos do exterior, por isso, todos devemos ter cuidado na limpeza e tratamento da pele, de forma continuada e diária. Contudo, as pessoas que sofrem desta inflamação da pele, deverão ter cuidados redobrados na sua higiene diária, na utilização de produtos dermocosméticos adequados à rosácea, mas também no reforço das vitaminas B, C e E. Por outro lado, é fundamental que viva mediante uma alimentação equilibrada, adequada e proporcional, evitando os excessos alimentares e eliminando determinados alimentos da sua dieta alimentar. Ainda assim, é fundamental ser seguido por um especialista, pois poderá ser necessário a utilização de técnicas inovadoras e eficazes no sentido de melhorar consideravelmente a sua vida. Existem hoje soluções, nomeadamente lasers, específicas para o tratamento deste rubor facial. Por tudo isto, torna-se fundamental recorrer a um tratamento adequado e eficaz para a Rosácea!

Para encontrar a terapia mais adequada à rosácea contacte o Dr. Miguel Trincheiras, através do número 213 714 116, o TM 96 97 88888 ou, se preferir, esclareça todas as suas dúvidas pelo e-mail: geral@derme.pt disponível 24 horas por dia. Se se sentir mais confortável, visite-nos no nosso consultório, em Lisboa, e usufrua de um atendimento especializado e personalizado!

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 29 de Janeiro de 2014. O seu conteúdo foi actualizado.

Alopecia feminina: tratamento e prevenção

A alopecia androgenética, mais vulgarmente chamada de calvície, afecta principalmente o sexo masculino, mas também afecta até 30% dos indivíduos adultos do sexo feminino.

Neste caso os sintomas são diferentes e o grau de atingimento variável.

No caso das mulheres, a miniaturização folicular tende a não produzir recuo da linha de implantação capilar, nem leva à completa perda de cabelo. Ao mesmo tempo, o tratamento da alopecia registou avanços significativos nos últimos anos e o recurso a um dermatologista é um passo essencial na prevenção da queda de cabelo feminina.

Quais os tipos de alopecia?

A alopecia não designa uma única condição ou sintoma, mas um conjunto de condições capilares. Existem os seguintes tipos de alopecia:

  • Alopecia androgenética é a forma mais comum de alopecia, e é provocada maioritariamente pela acção das hormonas androgénicas.
  • A alopecia areata é a perda de cabelo localizada, gerando peladas do couro cabeludo. É causada por uma reacção imunológica local e é a diferenciar das causas infecciosas através de agentes externos como a tinha do couro cabeludo.
  • A alopecia universalis é a mais grave forma de alopecia areata, levando à perda total de cabelos, incluindo sobrancelhas e pestanas.
  • A alopecia totalis é a perda generalizada de cabelo na cabeça. Tal como a alopecia areata, é uma condição auto-imune.
  • A alopecia cicatricial é um tipo de alopecia em que se assiste à destruição dos folículos pilossebácios e sua substituição por tecido cicatricial. Devido aos danos cicatriciais, é impossível voltar a crescer cabelo nas zonas afectadas.
  • Alopecia difusa: neste tipo de alopecia, o cabelo tem um aspecto lasso, a sua densidade é pequena, mas tende a não produzir calvície completa (frequente após episódios de deflúvio telogénico como a queda sazonal do cabelo).

Alopecia feminina é um problema crescente.

alopecia femininaA alopecia feminina, é mais frequentemente associada com a idade avançada. Contudo, a alopecia tem-se verificado em idades mais prematuras, pelo que deve ser uma condição à qual todas as mulheres devem estar atentas de forma a poderem agir a tempo. Actualmente os dermatologistas acreditam que a alopecia androgenética (provocada pela acção de hormonas androgénicas) não é a principal causa da queda de cabelo no sexo feminino, procurando outras causas para o problema. Estudos recentes têm-se por isso focado noutros factores epidemiológicos, como stress, carência de sono, hipertensão, diabetes melitus, défice de vit. D e danos provocados pelo sol, entre outros. A deficiência em ferro ou disfunções da tiróide são duas condições que levam à queda de cabelo com maior incidência nas mulheres. Deste modo compreendemos que a calvície feminina pode ter subjacentes causas escondidas que devem ser diagnosticadas e tratadas com aconselhamento médico. Embora muitas mulheres recorram a tratamentos capilares nos cabeleireiros que não tomam em consideração as causas subjacentes ao mesmo. Se houver um problema de saúde subjacente à alopecia, estes tratamentos acabam apenas por disfarçar os reais problemas e esconder os seus sintomas. Nestes casos, os tratamentos serão ineficazes a curto ou médio prazo, e podem contribuir para um agravamento das condições subjacentes. Só o recurso a um dermatologista pode diagnosticar correctamente as causas da alopecia feminina  em questão e recomendar um tratamento adequado e eficaz. A utilização de substâncias administradas directamente por técnicas de mesoterapia ou o uso, nomeadamente de moléculas biológicas de tipo hormonal (cf. prostaglandinas) para estimular o crescimento capilar, constituem outras recentes alternativas neste campo.

A dermatologia é a principal barreira contra a alopecia.

Um dermatologista competente é a melhor arma contra a queda de cabelo generalizada. Um profissional capaz de interpretar os sinais correctamente poderá prescrever um tratamento mais eficaz e acompanhá-lo ao longo de todo o processo, garantindo mais possibilidades de sucesso.

Se deseja saber mais sobre alopecia e possíveis tratamentos, dirija-se a à Clínica Derme através do 213 714 116, do 96 97 88888 ou do e-mail geral@derme.pt e marque uma consulta.Na Clínica Derme encontrará uma equipa de profissionais experientes e competentes capazes de lhe oferecerem o melhor aconselhamento.

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 24 de Fevereiro de 2014.

Acne tem tratamento? Conheça os melhores tratamentos para a Acne

A acne é uma das doenças de pele mais conhecidas e também mais comuns. Normalmente, este problema da pele aparece na adolescência, e pode demorar algum tempo até que a pele consiga ser tratada e que recupere.

Na actualidade, tratar a acne já não é um problema tão difícil. Atualmente, existem diversas formas de se poder abordar este problema de pele, e acabar de vez com as borbulhas no rosto. Quer saber quais os melhores tratamentos para tratar borbulhas?

O que é a acne e por que motivo se manifesta?

Acne depois do TratamentoÉ uma doença da pele inflamatória, que na maioria dos casos manifesta-se durante a adolescência. Manifesta-se durante a adolescência devido a súbitas alterações dos níveis hormonais no corpo do adolescente. Os poros ficam bloqueados devido ao aumento em quantidade e em viscosidade do sebo produzido. O aspecto mais frequente da acne é o aparecimento de espinhas, borbulhas e pontos negros. Infelizmente, há muitas pessoas que têm o hábito de espremer as borbulhas. Essa não é uma solução caseira adequada visto que, posteriormente, poderá conduzir a feridas ainda mais inflamadas na pele e cicatrizes no rosto.

Quais as manifestações clínicas da acne?

A acne manifesta-se, principalmente, no rosto. Mas não só. Também é comum recebermos pacientes que têm acne nas costas, no peito e nos ombros. Pode ter vários aspectos, desde as “espinhas” esbranquiçadas (comedões fachados), pontos negros (comedões abertos), borbulhas inflamadas no rosto com ou sem pus e nódulos de diversas profundidades.

Quais as melhores formas de tratar a acne?

Tratar a acne pode ser um processo demorado, mas com certeza que a sua pele ganhará um novo aspecto. Sentir-se-á mais confiante sem as inestéticas borbulhas no rosto. E conseguirá utilizar roupas mais leves sem ter de se preocupar com as borbulhas que tem nas costas ou nos ombros. Existem várias alternativas para tratar a acne.

Esfoliação da pele diminui os problemas de acne

A esfoliação da pele é um processo importante no tratamento da acne pouco inflamatória. Ao ser esfoliada, a pele está a ser limpa, de uma forma mais eficaz ao mesmo tempo que são removidas as células mortas que estão presentes na pele, e que facilitam a retenção e o acumular de sebo.

Antibióticos ajudam a diminuir a acne

A acne é uma inflamação da pele. Os antibióticos, sejam de aplicação tópica ou oral, ajudarão não só a reduzir a proliferação de batérias nas glândulas como a desinflamar as mesmas. Normalmente, o tratamento com antibióticos orais é utilizado para casos mais graves, em que o tratamento com produtos de aplicação tópica não é suficiente.

Tratamento hormonal é solução para combater a acne

Nas mulheres, é muito comum serem utilizados contraceptivos orais para auxiliar o tratamento da acne. Os contracetivos orais são eficazes na regulação do ciclo menstrual e na estimulação das glândulas pelos androgénios (hormonas ditas “masculinas” mas que as mulheres também produzem em menor quantidade). Para cada tipo de pele é indicado um tipo de tratamento, assim como um contraceptivo ou anti-androgénio mais indicado para tratar a acne.

Tratamento das cicatrizes da acne: a quem recorrer?

acne - derme

Todos os adolescentes passam pela fase em que têm acne, embora não seja um problema cutâneo confinado à adolescência, visto que há adultos que sofrem de acne. A acne arrastada ou a acne tardia (que se prolonga para lá dos 25 anos) tem algumas características particulares e uma abordagem terapêutica específica. Se ficou com cicatrizes no rosto depois de tratar a acne, saiba que existe solução e que nós tratamos diariamente este tipo de casos. É frequente que, após o tratamento da acne em fase activa, fique com marcas, um problema dérmico muito comum. Se tem cicatrizes no rosto devido às borbulhas que teve, nós tratamos do seu problema.

Quer saber mais acerca de tratamentos da acne? Contacte-nos para o 213 714 116 ou via geral@derme.pt

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Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 18 de Dezembro de 2013.

É possível combater a acne e eliminar as cicatrizes que persistem?

Face ao estigma e sofrimento psicológico do adolescente com acne, para o Dr.Miguel Trincheiras torna-se particularmente gratificante tratar e curar.

Qual é a etiologia e fisiopatogenia da acne?

acneA acne é uma doença inflamatória dos folículos pilosebáceos do rosto, causada pelo desequilíbrio das hormonas na sua fase de crescimento, estimulando o aumento de produção de oleosidade na pele. Em condições biológicas normais, as glândulas sebáceas produzem a gordura necessária para manter a pele sadia fluindo naturalmente, mas a desregulação hormonal característica dos rapazes, origina maior fluxo de sebo incomportável para os poros eliminarem. Na população feminina, quer nas meninas ou nas grávidas, as alterações hormonais são cíclicas, não potenciam processos inflamatórios e consequências tão severas da acne por acumulação de sebo nos poros, além de se apressarem na procura das melhores soluções. A acumulação de sebo em conjunto com alterações da sua própria composição, formam um rolhão de queratina (proteínas da pele) obstrutor, que oxida pelo ambiente exterior, e assim aparecem os pontos negros, borbulhas e em caso de desenvolvimento bacteriano mais acentuado, as, pápulas, pústulas e nódulos quísticos.

Que consequências se podem esperar associadas à acne?

Do ponto de vista clínico, o Dr. Miguel Trincheiras aponta três possíveis formas de intensidade da acne com consequências mais ou menos lesivas para a pele: Acne ligeira – Presença de alguns pontos brancos ou negros no rosto, essencialmente retencional; Acne moderada – Reacção inflamatória com presença de algumas lesões purulentas; Acne severa – Reacção inflamatória intensa com presença de pápulas, pústulas e nódulos císticos. Os adolescentes cada vez mais se preocupam com a imagem, e ainda bem, pois estão a recorrer ao médico dermatologista no início da acne, evitando acréscimo de desconforto psicológico ao inerente da idade, e manchas ou cicatrizes desfigurantes para o futuro, que são resultantes da evolução da acne para a sua fase inflamatória.

Como prevenir a acne e que tratamentos fazer?

acneTer espinhas e borbulhas purulentas na cara não é sinal de descuido ou preguiça na higiene pessoal. Também não está associada a chocolates ou banhos de sol, a acne é causada pela acção da testosterona e androgénios que promovem alterações na produção de sebo e da anatomia da unidade pilo-sebácea, principalmente na pele do rosto. Apesar do turbilhão hormonal da juventude, não é missão impossível manter uma pele saudável e prevenir o pior. A acne, pode ser travada com o uso de produtos de higiene adequados, beber água q.b para hidratar e tratamento dermatológico precoce face aos primeiros sinais. Quando há sintomatologia visível e desconforto, a intervenção terapêutica na derme.pt tem vindo a obter resultados excelentes no tratamento da acne em todos os seus estádios, com recurso: Terapêuticas mistas com produtos tópicos e sistémicos; Drenagem das lesões quísticas; Peelings com diferentes princípios ativos; Laser CO2 (fraccionado e superpulsado); Mesoterapia com substâncias intra-lesionais; Plasma rico em plaquetas.

As terapêuticas e procedimentos localizados são indolores, em ambulatório e efectuados por especialista em dermatologia cirúrgica e cosmetologia, com larga experiência no tratamento da acne em adolescentes, jovens adultos e grávidas. Tem na família um/uma adolescente que espreme borbulhas, não socializa mas deseja ter a cara limpinha como a do amigo/a? Então porque esperar? O Dr. Miguel Trincheiras não adia a oportunidade de permitir um sorriso jovem e feliz!

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 11 de Novembro de 2013. O seu conteúdo foi actualizado.

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Tratamentos de Peeling têm Melhores Resultados no Frio

É durante o Verão que desejamos estar em topo de forma e com o melhor aspecto possível, mas o rejuvenescimento facial através de peeling é mais eficaz durante os meses frios de Inverno.

 

Um peeling no Inverno é mais eficaz

A razão para isto encontra-se no facto de que durante o Verão a exposição solar mais extensa é agressiva para a nossa pele. Desidratação, queimaduras solares e aparecimento de manchas são apenas algumas das consequências de uma relação demasiado próxima com a luz solar durante o Verão.

Pelo contrário, durante o Inverno os raios UV são menos intensos e a exposição solar menor. Em consequência, os resultados positivos de um peeling acabarão por durar mais tempo, mantendo o seu rosto tonificado e a pele uniforme. Ao mesmo tempo, como os raios UV têm efeitos danosos para a saúde da pele, a sua menor agressividade durante o Inverno significará uma recuperação mais rápida.

O Inverno é também a altura do ano em que os sofredores de rosácea podem esperar agravamento na sua condição e por razões bem antagónicas: por um lado temos o frio gélido no exterior, secando e agredindo a pele, enquanto no outro extremo temos o calor por vezes excessivo do aquecimento doméstico. 

Finalmente, o mesmo frio que poderá agravar a rosácea poderá agravar os surtos de acne em peles propensas. A pele com tendência oleosa tenderá a secar com a exposição ao vento e em consequência produzirá ainda mais gordura, exacerbando o acne.

Menos tempo de recuperação, maior duração dos efeitos positivos, e acrescida facilidade na manutenção de acne e rosácea são razões mais do que suficientes para procurar um peeling suave durante o tempo invernal.

 

Qual o peeling mais indicado

Se decidiu optar por um peeling durante o tempo de Inverno, é ainda necessário estabelecer qual o mais adequado. 841146023a rugas

Tradicionalmente, estes procedimentos estéticos podem ser divididos em peelings superficiais, médios ou profundos. Um peeling superficial é obviamente menos agressivo e portanto deve ser repetido mais frequentemente, mas durante o Inverno, com a pele em condições adequadas de saúde, pode ser a melhor opção para manutenção, inclusivamente da rosácea.

Determinar qual o procedimento necessário é no entanto hoje uma ciência exacta que beneficia de alguns avanços técnicos interessantes no campo da fotografia ultravioleta. Este tipo de fotografia que recorre ao espectro ultravioleta penetra mais profundamente na pele e por isso ajuda-nos a determinar a profundidade dos danos infligidos pelas agressões diárias, consequentemente auxilia-nos na decisão por um peeling mais ou menos profundo.

Dependendo de se sofre de rosácea ou não, mais do que a profundidade do peeling, importa o seu princípio activo, pois um peeling agressivo danificará a pele e agravará a condição. Nestes casos, o ácido glicólico parece ser a melhor esperança para a esfoliação da pele, tendo vindo a mostrar resultados interessantes na melhoria ou manutenção da rosácea, graças a uma acção superficial que não deixa de ajudar a suavizar as irregularidades características da rosácea.

De resto, aplicam-se os mesmos princípios de segurança, quer o peeling seja feito de Inverno ou no Verão. Mesmo de Inverno será necessário proteger convenientemente a pele, sob pena de se perderem os benefícios do procedimento. A manutenção da higiene da pele deve igualmente levar em consideração que a epiderme se encontra vulnerabilizada, requerendo atenção especial e a utilização de cosméticos suaves que não agravem as inflamações resultantes da rosácea. A maquilhagem está por isso considerada como fora de limites, pois a pele fragilizada pode reagir mal ao contacto com algumas das substâncias utilizadas nos cosméticos.

Quer procure um peeling Invernal para prolongar os seus efeitos ou combater os expectáveis surtos de rosácea, deve contactar um dermatologista para obter uma clarificação quanto às opções que poderão ser-lhe disponibilizadas.

Uma coisa é certa: o Inverno é a melhor altura do ano para considerar o recurso a um peeling.

 

Período Pós-Parto Pode Provocar hiperidrose nas Mães

A hiperidrose caracteriza-se por suor excessivo sem um estímulo ambiental que o justifique. Trata-se de uma perturbação que afecta maioritariamente indivíduos adultos e cujas causas são ainda amplamente desconhecidas, mas a sudorese excessiva pode dar-se no período pós-parto. Continue a ler e saiba porquê.

Causas da hiperidrose pós-parto

hiperidroseAs condições específicas da gravidez significam que este período da vida de uma mulher acarreta riscos acrescidos do desenvolvimento de varizes ou estrias, dois problemas bem conhecidos pelas mulheres que já tiveram filhos. Menos discutido é o problema do suor excessivo que afectará as mulheres no período pós-parto, e efectivamente durante diversos meses após darem à luz.

Ao contrário da hiperidrose típica, cujas causas profundas não são verdadeiramente compreendidas, apenas os seus meios de expressão, a hiperidrose pós-parto tem causas aparentemente mais fáceis de compreender. Ao longo da gravidez, a mulher acumula líquidos e nutrientes com o objectivo de manter o seu filho bem nutrido.

Agora que o bebé já não se encontra no seu corpo, este inicia um processo de eliminação dos fluídos agora desnecessários, servindo-se para isso da urina e do suor. Ao fim de 2 a 4 semanas, os sintomas deverão normalmente começar a desaparecer, mas não é de todo anormal que se prolonguem por vários meses. Para o diagnóstico diferencial é no entanto necessário verificarmos se temos febre, pois nesse caso poderemos estar perante uma infecção. Paralelamente, caso a hiperidrose pós-parto se prolongue durante vários meses, poderá relacionar-se com problemas tiroidais e a consulta médica é aconselhada. 

Combater a hiperidrose pós-parto é um processo que requer paciência, já que porque corresponde a um processo natural, deve ser mais auxiliado que combatido. Então é importante manter uma hidratação correcta, bebendo água. Se parece contraproducente beber água quando o corpo está a tentar perder líquidos, na verdade a água extra ajuda o corpo a diluir mais facilmente os elementos que deseja expulsar, o que terá o efeito benéfico de acelerar o fim do processo e subsequente recuperação.

Como o problema se dá com maior gravidade à noite, a hiperidrose pós-parto pode ser um incómodo apreciável para o nosso sono. Para atenuar os seus resultados mais difíceis de tolerar, pode cobrir-se o colchão com uma toalha mais absorvente de modo a captar a humidade, ou dormir em condições mais frescas, de modo a não incentivar a sudorese extra.

Para evitar assaduras nas zonas de maior suor, pode polvilhar algo tão simples quanto pó de talco para proteger a sua pele. Opte também por roupas de algodão mais frescas que não agravem o suor excessivo.

 

As mudanças do corpo durante a gravidez

A hiperidrose pós-parto é apenas uma das alterações normais que o nosso corpo sofre durante e após a gravidez. Além das já mencionadas varizes e estrias, estas são algumas alterações que não a devem alarmar.gravidez

Perda de cabelo: as mulheres grávidas perdem menos cabelo devido aos picos de hormonas, mas quando elas desaparecem, a queda de cabelo recomeça a um ritmo acelerado.

Escorrimento vaginal: um corrimento vaginal é normal nos dias a seguir ao parto, à medida que o corpo expulsa o que resta do revestimento uterino da gravidez. Como as infecções urinárias são frequentes, qualquer sensação de ardor deve ser monitorizada.

Obstipação: se sofreu de obstipação (prisão de ventre) durante a gravidez, é provável que os sintomas permaneçam pós-parto. Alimente-se de forma a facilitar os movimentos intestinais com fibras, sumos naturais e água.

Dores nas costas: as dores nas costas após a gravidez devem-se ao facto dos músculos abdominais necessitarem de tempo para recuperar a sua tonicidade. Entretanto, o corpo apoia-se excessivamente nos músculos lombares, causando dor.

Alterações cutâneas: eczemas na zona da boca podem ser frequentes, tal como pele seca. Pelo contrário, se sofreu de acne durante a gravidez, a pele mostrará melhoras claras.

Todas estas alterações deverão durar apenas algumas semanas a meses, antes do seu corpo voltar à sua normalidade. No entanto, o prolongamento no tempo destas alterações deve ser sempre reportado ao seu médico de família. 

Adopte as estratégias adequadas a minorar o incómodo da hiperidrose pós-parto e usufrua em pleno da sua maternidade. 

Pelada do couro cabeludo

Pelada do couro cabeludoAs peladas do couro cabeludo surgem mais frequentemente na idade adulta e podem aparecer em locais diversos da cabeça. Nalguns casos, podem aumentar de dia para dia e provocar irritação ou comichão na pele daquela região.

A causa mais frequente das peladas do couro cabeludo no adulto é a alopécia areata, um fenómeno imunológico localizado, com infiltração da base dos folículos por um subtipo de glóbulos brancos, que vão provocar a sua queda e impedir o reponte por inibição das células matriciais.

A causa (etiologia) deste fenómeno é desconhecida, assim como é, de certa forma, imprevisível a evolução deste quadro, que pode ficar acantonado ou ter extensão a outras áreas, tornar-se recorrente, etc.

No entanto, existem outras causas de peladas do couro cabeludo, nomeadamente os fungos (tinhas) do couro cabeludo, processos inflamatórios locais, peladas de tracção, etc. Estas causas são, apesar de tudo, menos frequentes.

O tratamento deve ser realizado por um dermatologista e pode passar pela infiltração intra-lesional da lesão com uma suspensão de corticóide. No entanto, é necessário, primeiro, esclarecer o quadro dermatológico e, só então, tratar.

Para saber mais sobre pelada do couro cabeludo, contacte-nos já e marque uma consulta, através do número 213 714 116 ou do endereço de correio electrónico geral@derme.pt

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 17 de Julho de 2013. O seu conteúdo foi actualizado.

A rosácea tem tratamento laser eficaz na Clínica Derme

A rosácea – ou couperose – é o termo geral que designa uma vermelhidão que surge predominantemente na testa, maçãs do rosto, nariz e queixo.

Embora as razões para o seu surgimento ainda sejam desconhecidas, a rosácea deve-se à dilatação persistente dos vasos capilares à superfície da pele, conferindo-lhe o aspecto avermelhado. Em casos severos de inflamação, a rosácea pode apresentar borbulhas e abcessos e também pode tomar a forma de rosácea ocular, cujo tratamento deve ser feito rapidamente de forma a evitar danos na visão.

Rosácea: sintomas progressivos.

O sintoma mais conhecido da rosácea é a coloração avermelhada das zonas afectadas. No entanto, à medida que a condição evolui para a telangiectasia (dilatação dos vasos capilares), podem surgir pápulas, vermelhidão ocular e uma sensação de ardor na pele afectada. A rinofima, vermelhidão e deformidade do nariz, surge em casos mais avançados, particularmente nos homens.

Causas da rosacea

rosacea couperoseActualmente sabe-se muito pouco das causas que levam à inflamação dos tecidos e dilatação dos vaso sanguíneos, mas uma vez presente a rosácea, esta pode ser agravada por factores como o stress, ingestão de álcool, cafeína, comida condimentada ou exercício intenso. No caso das mulheres, esta condição cutânea também pode surgir na sequência da menopausa. Os factores que mais vezes surgem relacionados com a rosácea, são no entanto a exposição solar excessiva e o calor intenso. É por isso que os indivíduos com pele e olhos mais claros e tendência a corar acabam por ser os mais afectados, particularmente durante o período de calor. Frequentemente, o tratamento passa pela evicção dos factores responsáveis pela inflamação, mas nos casos demasiado severos ou onde um tratamento comportamental não se revele suficiente, existem actualmente outros tratamentos, dos quais se destaca o laser.

Rosacea: tratamento laser

Para tratamento da rosácea, o laser pulsado de contraste (PDL) é certamente das opções mais eficazes, utilizado com o objectivo de fotocoagular os vasos sanguíneos afectados. Posteriormente será necessário tomar alguns cuidados como o evitar a exposição solar. Trata-se de um tratamento que não é doloroso, mas não é igualmente desprovido de desconforto, já que o laser pode despertar uma sensação de ligeiro ardor local. No entanto, perante a existência de um quadro inflamatório, a terapia PDL tem que ser antecedida da administração de antibióticos ou derivados da vitamina A (retinóides).

A alternativa da isotretinoína

A aplicação da isotretonoína, uma medicação frequentemente utilizada para o tratamento da acne, é outra terapêutica muito eficaz no tratamento da rosácea e com efeitos secundários raros e pouco graves. Este é um dos métodos mais eficazes e permanentes de resolução dos quadros inflamatórios que acompanham a rosácea. Finalmente, é possível recorrer a eléctrodos para a coagulação pelo calor dos vasos capilares, uma terapia que recebe o nome de electrocoagulação, mas que caiu em desuso desde o advento de terapêuticas mais evoluídas como o laser, também pelo risco inerente de poder deixar cicatrizes residuais.

Consulte um dermatologista rapidamente.

Tratar a rosácea não é apenas uma questão estética, já que esta é uma condição cutânea capaz de afectar muito negativamente a auto-estima de quem dela padece, mas pode igualmente progredir para outras complicações. Por isso, e apesar do seu tratamento ser fácil e extremamente eficaz, é importante contactar um dermatologista nas primeiras etapas da doença, de modo a maximizar o sucesso do tratamento e a minimizar a sua extensão. Se tem uma pele sensível e é afectado pela rosácea na sequência da exposição solar ou episódios de stress, contacte a Clínica Derme. Marque uma consulta para falar com os nossos especialistas, e descubra o que podemos fazer por si de modo rápido, cómodo e inquestionavelmente eficaz.

Encontrar-nos-á ao seu dispor através do e-mail geral@derme.pt ou do 213 714 116.

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 24 de Fevereiro de 2014. O seu conteúdo foi actualizado.

Doenças de pele: o que é a psoríase e qual o melhor tratamento?

psoríase é uma doença de pele muito comum (2 a 4% da população), mas que nem sempre é encarada com à vontade por parte dos pacientes.

As lesões típicas de psoríase são as placas avermelhadas e cobertas de escamas espessas, mas numa fase inicial os sintomas não são muito visíveis. Assim, muitos dos doentes começam por ter manchas na pele, mas não reconhecem como um sintoma de psoríase, e associam estas pequenas manchas na pele a outros factores, como o sol, por exemplo.

Psoríase: quais os sintomas mais comuns desta doença de pele?

psoríaseUm dos principais e mais comuns sintomas da psoríase são as placas na pele. Começam por ser pequenas manchas na pele, difíceis até de identificar, mas que vão aumentando, em quantidade, dimensão e espessura, tornando-se cada vez mais escamosas.

Outros dos frequentes sintomas de psoríase é o aparecimento de lesões semelhantes, associadas a algum grau de comichão, no couro cabeludo.

É normal que, em mais de 50% dos casos de psoríase, as lesões da psoríase provoquem comichão. O local afectado por esta doença de pele fica livre de pelo, mas que volta a crescer uma vez resolvida a mesma.

A psoríase é uma doença de pele, e, sendo a pele o maior órgão do corpo humano, é normal que se manifeste em várias partes do corpo. As partes do corpo mais afetadas pela psoríase são o couro cabeludo, os cotovelos, os joelhos, as costas, as nádegas, as unhas, as sobrancelhas, as axilas, o umbigo e as pernas.

No couro cabeludo, a psoríase manifesta-se através de escamas brancas e espessas, que ficam muito agarradas ao couro cabeludo e aos folículos dos cabelos, assemelhando-se, em aspecto e em dimensão, à caspa.

O local afectado por esta doença de pele costuma ficar avermelhado e a zona do couro cabeludo afectada perde algum cabelo.

Doenças de pele: como se manifesta a psoríase nas crianças?

A psoríase, uma das doenças de pele mais comuns, também se manifesta em adolescentes e em crianças. No caso dos adolescentes, esta doença de pele manifesta-se da mesma forma que nos adultos.

Nas crianças mais pequenas, a psoríase manifesta-se de forma distinta: as crianças que ainda usam fralda costumam apresentar os primeiros sinais de psoríase na região de fralda, assemelhando-se a vermelhidão da psoríase aos sintomas do eritema da fralda, como que se de uma assadura se tratasse, podendo posteriormente progredir para outros locais em qualquer localização cutânea..

Doenças de pele: qual o melhor tratamento para a psoríase?

O tratamento da psoríase é diário e contínuo. Para o paciente, muitas vezes é complicado aceitar a doença e entender que é necessário um tratamento constante desta doença de pele para que os sintomas não piorem e a doença não se manifeste de forma mais acentuada. O paciente tem de “aprender” a conhecer e a lidar com a sua doença de pele, reconhecer as fases de agravamento de forma precoce para, através de uma intervenção tão rápida quanto possível, travar e “abortar” os seus surtos de agravamento.

Primeiro, é necessário abolir mitos associados à psoríase, como «a psoríase transmite-se através de contacto físico» ou «pode ficar com psoríase se usar alguma peça de roupa de uma pessoa com psoríase». Mitos, apenas mitos e nada mais!

O tratamento diário permite uma melhoraria e mesmo a remissão das manchas na pele que um doente com psoríase tem. O tratamento de psoríase pretende controlar os seus sintomas. Assim, o paciente com psoríase tem à sua disposição um leque de terapêuticas que passam por medicação biológica injectável, o uso de medicamentos em forma de comprimidos, cremes, pomadas, loções, shampoos e medidas gerais de higiene e hidratação da pele. Por vezes, é necessário alterar alguns hábitos da alimentação do paciente.

Procura tratamento para a psoríase? Contacte-nos através do 213 714 116 ou do geral@derme.pt

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 28 de Janeiro de 2014. O seu conteúdo foi actualizado.