Arquivo da Categoria: Calvice/Alopécia

A calvície é o termo mais corrente para designar a alopécia androgenética, um problema que afecta maioritariamente o sexo masculino e para o qual não existem soluções naturais definitivas.

Alopecia feminina: tratamento e prevenção

A alopecia androgenética, mais vulgarmente chamada de calvície, afecta principalmente o sexo masculino, mas também afecta até 30% dos indivíduos adultos do sexo feminino.

Neste caso os sintomas são diferentes e o grau de atingimento variável.

No caso das mulheres, a miniaturização folicular tende a não produzir recuo da linha de implantação capilar, nem leva à completa perda de cabelo. Ao mesmo tempo, o tratamento da alopecia registou avanços significativos nos últimos anos e o recurso a um dermatologista é um passo essencial na prevenção da queda de cabelo feminina.

Quais os tipos de alopecia?

A alopecia não designa uma única condição ou sintoma, mas um conjunto de condições capilares. Existem os seguintes tipos de alopecia:

  • Alopecia androgenética é a forma mais comum de alopecia, e é provocada maioritariamente pela acção das hormonas androgénicas.
  • A alopecia areata é a perda de cabelo localizada, gerando peladas do couro cabeludo. É causada por uma reacção imunológica local e é a diferenciar das causas infecciosas através de agentes externos como a tinha do couro cabeludo.
  • A alopecia universalis é a mais grave forma de alopecia areata, levando à perda total de cabelos, incluindo sobrancelhas e pestanas.
  • A alopecia totalis é a perda generalizada de cabelo na cabeça. Tal como a alopecia areata, é uma condição auto-imune.
  • A alopecia cicatricial é um tipo de alopecia em que se assiste à destruição dos folículos pilossebácios e sua substituição por tecido cicatricial. Devido aos danos cicatriciais, é impossível voltar a crescer cabelo nas zonas afectadas.
  • Alopecia difusa: neste tipo de alopecia, o cabelo tem um aspecto lasso, a sua densidade é pequena, mas tende a não produzir calvície completa (frequente após episódios de deflúvio telogénico como a queda sazonal do cabelo).

Alopecia feminina é um problema crescente.

alopecia femininaA alopecia feminina, é mais frequentemente associada com a idade avançada. Contudo, a alopecia tem-se verificado em idades mais prematuras, pelo que deve ser uma condição à qual todas as mulheres devem estar atentas de forma a poderem agir a tempo. Actualmente os dermatologistas acreditam que a alopecia androgenética (provocada pela acção de hormonas androgénicas) não é a principal causa da queda de cabelo no sexo feminino, procurando outras causas para o problema. Estudos recentes têm-se por isso focado noutros factores epidemiológicos, como stress, carência de sono, hipertensão, diabetes melitus, défice de vit. D e danos provocados pelo sol, entre outros. A deficiência em ferro ou disfunções da tiróide são duas condições que levam à queda de cabelo com maior incidência nas mulheres. Deste modo compreendemos que a calvície feminina pode ter subjacentes causas escondidas que devem ser diagnosticadas e tratadas com aconselhamento médico. Embora muitas mulheres recorram a tratamentos capilares nos cabeleireiros que não tomam em consideração as causas subjacentes ao mesmo. Se houver um problema de saúde subjacente à alopecia, estes tratamentos acabam apenas por disfarçar os reais problemas e esconder os seus sintomas. Nestes casos, os tratamentos serão ineficazes a curto ou médio prazo, e podem contribuir para um agravamento das condições subjacentes. Só o recurso a um dermatologista pode diagnosticar correctamente as causas da alopecia feminina  em questão e recomendar um tratamento adequado e eficaz. A utilização de substâncias administradas directamente por técnicas de mesoterapia ou o uso, nomeadamente de moléculas biológicas de tipo hormonal (cf. prostaglandinas) para estimular o crescimento capilar, constituem outras recentes alternativas neste campo.

A dermatologia é a principal barreira contra a alopecia.

Um dermatologista competente é a melhor arma contra a queda de cabelo generalizada. Um profissional capaz de interpretar os sinais correctamente poderá prescrever um tratamento mais eficaz e acompanhá-lo ao longo de todo o processo, garantindo mais possibilidades de sucesso.

Se deseja saber mais sobre alopecia e possíveis tratamentos, dirija-se a à Clínica Derme através do 213 714 116, do 96 97 88888 ou do e-mail geral@derme.pt e marque uma consulta.Na Clínica Derme encontrará uma equipa de profissionais experientes e competentes capazes de lhe oferecerem o melhor aconselhamento.

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 24 de Fevereiro de 2014.

Pelada do couro cabeludo

Pelada do couro cabeludoAs peladas do couro cabeludo surgem mais frequentemente na idade adulta e podem aparecer em locais diversos da cabeça. Nalguns casos, podem aumentar de dia para dia e provocar irritação ou comichão na pele daquela região.

A causa mais frequente das peladas do couro cabeludo no adulto é a alopécia areata, um fenómeno imunológico localizado, com infiltração da base dos folículos por um subtipo de glóbulos brancos, que vão provocar a sua queda e impedir o reponte por inibição das células matriciais.

A causa (etiologia) deste fenómeno é desconhecida, assim como é, de certa forma, imprevisível a evolução deste quadro, que pode ficar acantonado ou ter extensão a outras áreas, tornar-se recorrente, etc.

No entanto, existem outras causas de peladas do couro cabeludo, nomeadamente os fungos (tinhas) do couro cabeludo, processos inflamatórios locais, peladas de tracção, etc. Estas causas são, apesar de tudo, menos frequentes.

O tratamento deve ser realizado por um dermatologista e pode passar pela infiltração intra-lesional da lesão com uma suspensão de corticóide. No entanto, é necessário, primeiro, esclarecer o quadro dermatológico e, só então, tratar.

Para saber mais sobre pelada do couro cabeludo, contacte-nos já e marque uma consulta, através do número 213 714 116 ou do endereço de correio electrónico geral@derme.pt

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 17 de Julho de 2013. O seu conteúdo foi actualizado.

Alopecia: será que a calvice lhe fica bem?

O que é a alopecia?

O termo alopecia designa uma perda de cabelo excessiva e anormal, que pode ocorrer tanto em homens, quanto em mulheres, devido a uma pluralidade de problemas de saúde que afectam negativamente o ciclo de vida dos folículos capilares.Alopmulher4

Hoje em dia, o estigma é menor e, para muitos homens, a careca é ostentada com orgulho. Tudo é muito diferente para as mulheres, já que do ponto de vista estético, a alopecia feminina tem pesados encargos sociais. Juliana Volpini, Miss São Paulo 2003, é disso um exemplo: nos últimos dez anos, a modelo perdeu quase todo o cabelo devido à anorexia, não conseguindo actualmente encontrar trabalho.

Volpini é apenas um exemplo mais mediático de como a alopecia estigmatiza as mulheres, e da diversidade de causas para a queda de cabelo. O diagnóstico correcto destas causas inerentes acaba por isso por ser pelo menos tão importante quanto o tratamento da própria queda de cabelo.

Queda de cabelo anormal: como identificar?

Todos os dias perdemos cabelos enquanto outros novos despontam, pelo que cabelos na almofada ou na banheira não têm de ser sinal de alarme imediato. Tipicamente, 50 cabelos perdidos por dia são um valor normal, enquanto mais de 100 já representam um valor excessivo.

Chegar a esta contabilização é um processo moroso que exige a contagem paciente dos cabelos perdidos durante a noite, no banho, ou depositados na roupa durante o dia. Uma estratégia geralmente recomendada é a recolha dos cabelos ao longo de 14 dias, fazendo depois a média ao longo desses dias, para se obter um máximo de 100 cabelos perdidos diariamente. Paralelamente, a escala Ludwig para as mulheres (ou Hamilton para os homens) pode dar-nos uma indicação da progressão da alopecia no couro cabeludo.

Para melhor identificar se sofre de alopecia, convém levar em conta alguns factores de risco, nomeadamente deficiências nutricionais, incluindo anemia e anorexia, além de stress emocional. Qualquer uma destas situações pode desencadear o que se chama de deflúvio telogénico, uma queda generalizada de cabeloem padrão difuso, de prognóstico positivo.

Paralelamente, razões menos óbvias podem encontrar-se na base do problema, nomeadamente alterações hormonais causadas por disfunção tiroideia ou síndrome do ovário poliquístico.

Finalmente, psoríase e dermatite seborreica também conduzem a uma perda acentuada de cabelo, devendo esta ser tratada concomitantemente com a gestão das patologias inerentes.

Sofro de alopecia: o que fazer?

Actualmente poderemos adquirir uma vasta panóplia de produtos anti-queda nas farmácias, mas se as causas inerentes ao problema não forem combatidas na raíz, a eficácia de qualquer tratamento estará comprometida. Por essa razão, mesmo que não consiga contabilizar os cabelos que perde, mas suspeite de que sofre de alopecia, a sua melhor hipótese é entrar em contacto com um dermatologista.calvice

Se recolheu o seu cabelo perdido, é muito provável que o dermatologista prescreva exames microscópicos aos cabelos, de modo a melhor determinar as causas da queda. Caso a alopecia seja apenas um “sinal” de uma patologia subjacente, é da máxima importância que esta seja detectada e corrigida, caso contrário, a sua progressão não monitorizada poderá comprometer a sua saúde a curto prazo.

Seja homem ou mulher, a calvice não é um problema sem solução, desde que contacte um dermatologista atempadamente.

Na Clínica Derme, colocamos ao seu dispor os tratamentos mais avançados contra a calvice. Contacte-nos através do 213 714 116 ou do e-mail geral@derme.pt e marque a sua consulta hoje mesmo.

Confie nos tratamentos da Derme e combata a alopécia eficazmente

A alopécia androgenética, mais conhecida por calvície (ou careca) , é um problema que afecta boa parte a população mundial, tendo maior incidência no sexo masculino e para o qual não existe solução natural e definitiva. Na maioria dos homens, os sintomas de calvície tornam-se evidentes por volta dos trinta anos de idade, mas, normalmente, as manifestações do problema podem começar a surgir  durante a adolescência.

Por volta dos 60 anos, a calvície parcial ou total assola dois terços dos homens. Além de causar preocupações estéticas, a alopécia origina problemas de auto-estima em quem é afectado por esta patologia, interferindo , assim, de forma negativa no quotidiano normal. Na Derme sabemos como é importante estar satisfeito com a aparência para estar em harmonia noutros campos da vida, e por isso mesmo temos ao dispor de quem padece de alopécia tratamentos anticalvície verdadeiramente eficazes, que farão com que veja a sua auto-estima de volta.

O que provoca a alopécia?

A componente genética tem um grande peso no aparecimento da calvície. Por isso, se tem um avô ou pai careca,  é melhor salvaguardar o seu «legado capilar» e apostar nos tratamentos da Derme para prevenir futuros problemas.

Existem também muitos estudos que apontam para factores como o stress, rotina acelerada, a alimentação inadequada, o sedentarismo, entre outros elementos pelo aparecimento da alopécia, embora não se tenha chegado a nenhuma conclusão plausível que comprove verdadeiramente essas teorias. No entanto, «mais vale prevenir do que remediar», pelo que, ter uma vida saudável é sempre um bom aliado para evitar qualquer tipo de problema de saúde.

Como se processa a evolução da alopécia?

Na alopécia androgenética,  a enzima 5-alfa-reductase e a hormona dihidrotestosterona são as responsáveis pela aceleração dos ciclos capilares e a miniaturização dos folículos com perda concomitante da sua pigmentação, pelo que se tornam imperceptíveis. A enzima transforma a testosterona em dihidrotestosterona (DHT)  que, por sua vez, estimula o metabolismo folicular, aumentando a produção de sebo e promovendo uma atrofia progressiva dos cabelos mais susceptíveis que são os que se encontram na região central do couro cabeludo.

Curiosamente, os cabelos das áreas laterais e posterior do couro cabeludo estão imunes a este fenómeno. Por esta razão são estas as zonas dadoras de folículos aquando dos transplantes capilares. Mesmo após transplantados para aquelas zonas, não são alvo da acção hormonal da testosterona e da DHT.

Desta modo, a estrutura folicular vai ficando cada vez mais reduzida e os cabelos novos nascem mais débeis e finos do que o normal. No final, o processo culmina com a atrofia dos folículos e o cabelo que cai é substituído por um cabelo do tipo “penugem”.

Tratamentos para a alopécia

Nos últimos anos, o tratamento da alopécia sofreu abordagens novas significativas, sendo feita de forma cada vez mais fisiológica, através da administração de uma molécula que não permite a transformação da testosterona em DHT (hormona activa intracelular), prevenindo assim a estimulação exaustiva do folículo e a sua diminuição progressiva.

A administração local das várias moléculas intervenientes no metabolismo capilar com recurso a técnicas de mesoterapia (caféina, zinco, minoxidil, biotina, …), melhora e facilita bastante a recuperação e crescimento do cabelo.

Existem também outros tratamentos complementares localizados, que melhoram estética capilar, a circulação local e que reforçam estrutura capilar, de modo a alcançar resultados rápidos e satisfatórios (minoxidil, aminexil, cafeína, prostaglandinas, …).

Chega de deixar para amanhã o tratamento que pode fazer hoje. Combater a alopécia é não só possível, como eficaz, muito em particular nas suas fases iniciais e com a ajuda da Derme.

Marque agora mesmo a sua consulta através do número 213 714 116 ou pelo e-mail geral@derme.pt.

Calvice: há solução para a queda de cabelo

O termo calvice é a designação quotidiana da perda de cabelo tecnicamente chamada de alopecia androgenética, mais frequentemente causada pela acção da dihidrotestoterona (DHT), e afectando cerca de 70% dos homens e 40% das mulheres, através de mecanismos complexos.

Se a perda de cabelo pode alterar a nossa auto-imagem e perturbar a nossa auto-confiança, a verdade é que o maior amigo da calvície é a nossa própria de informação: o tratamento da calvície é possível.

Calvice: as causas

A dihidrotestosterona (DHT) é um androgénio (hormona masculina) resultante da transformação da testosterona. Tem uma capacidade metabólica muito superior, sendo 3x mais sensível aos receptores androgénicos. Por isso o seu papel é crucial no desenvolvimento dos órgãos sexuais masculinos durante o desenvolvimento embrionário, e durante a idade adulta é o principal androgénio com marcada actividade na próstata e nos folículos capilares.

No que se chama de “paradoxo androgénico”, à medida que os androgénios estimulam a produção de pêlos faciais e corporais, suprimem-na nas têmporas e coroa do crânio, gerando a calvície

Do mesmo modo, a acção dos androgénios acelera o ciclo de vida dos cabelos, gerando folículos progressivamente mais finos e frágeis. A calvice não é por isso uma diminuição do número de cabelos, mas na sua miniaturização com perda simultânea de pigmento, de forma que não são clinicamente visíveis.

Muitas outras condições podem ser causa da perda de cabelo, nomeadamente:

– Dieta desadequada: deficiências em nutrientes como ferro ou hipervitaminose A;

– Infecções: foliculite, sífilis secundária, fungos, alguns tipos de piolhos;

– Farmacológicas resultantes de tratamentos contra o cancro, diabetes, colesterol, doenças cardíacas, etc.;

– Traumatológicas: certos tratamentos capilares, ou hábitos como puxar o cabelo excessivamente, ou eventos traumáticos como nascimentos e cirurgias;

– Stresse: através da redução do fluxo sanguíneo para as zonas capilares, provocando deficiências de oxigenação e nutrientes;

Por isso, cada caso é um caso e o primeiro passo do tratamento da calvície é descobrir qual a causa da sua, o que só pode ser feito com acompanhamento médico especializado. Se sofre de calvice previna-se, ataque o problema de imediato, consultando um dermatologista competente.

Como saber se sofre de calvície?

Alopécia - calviceNada substitui uma consulta médica, onde poderá proceder a diversos exames para verificar se a sua queda de cabelo é excessiva. Se suspeitar de que tem um problema pode testá-lo agarrando alguns cabelos com o punho e exercendo tracção.

Faça isto em três zonas do couro cabeludo e depois de puxar verifique quantos cabelos soltos tem por zona. Deve ter menos de 10 cabelos por zona, embora menos de 3 seja o ideal.

Pode igualmente recolher o cabelo solto resultante do primeiro pentear matinal ou das lavagens. Ao fim de 14 dias deverá ter menos de 100 cabelos por dia.

O recurso a um médico é a única maneira de obter exames mais aprofundados, não só para diagnosticar a causa da sua queda de cabelo, mas as causas inerentes que podem requerer tratamento médico.

Tratamento da calvície.

Muitos homens convivem bem com a calvície e do ponto de vista estético esta é hoje em dia socialmente bem aceite. No entanto se deseja manter um cabelo saudável, o tratamento preventivo da calvice é essencial, procurando aconselhamento médico logo que perceber que sofre de queda de cabelo, particularmente se tem antecedentes familiares próximos de falta de cabelo.

Este não é um problema para ser encarado com fatalismo: a queda de cabelo é hoje combatido eficazmente através de inovadoras técnicas médicas, incidindo quer sobre as causas clínicas subjacentes (alimentação, higiene, fârmacos), quer sobre a produção capilar em si mesma.

Assim, além das opções cirúrgicas, existem vários métodos farmacológicos que podem combater a miniaturização do folículo capilar, como a administração através de mesoterapia de elementos que reduzem a produção de dihidrotestosterona (DHT) e que, localmente, estimulas o metabolismo folicular (prostaglandinas) F.

Lembre-se: um dermatologista competente saberá aconselhá-lo e ajudá-lo em direcção a um cabelo mais saudável.

Contacte a Derme através do 213 714 116 ou do e-mail geral@derme.pt, se desejar saber mais sobre calvice e o seu tratamento.

Queda do cabelo após cirurgia

A queda do cabelo após uma cirurgia é normalmente designada por deflúvio capilar telogénico, uma forma comum de queda de cabelo, que ocorre dois ou três meses após um evento corporal traumático significativo, como uma cirurgia ou uma doença, parto, choques emocionais, ….

Manifestações clínicas

Queda do cabeloA uma cadência normal, as pessoas perdem aproximadamente 50 a 100 foliculos capilares por dia.

A queda aumentada do cabelo após uma cirurgia pode implicar a perda de quantidades moderadas de cabelo de uma forma difusa em todo o couro cabeludo, facilmente observáveis na banheira, na escova de cabelo ou na almofada.

Quando a queda de cabelo é resultante de um deflúvio capilar telogénico ocorre geralmente em toda a área do couro cabeludo e inicia-se entre 2 a 4 meses após o fenómeno que a desencadeou.

A densidade capilar torna-se menor, com o risco mais largo e podem, inclusive, surgir uma ou mais zonas de maior visibilidade do couro cabeludo.

Isto acontece porque estes eventos «iniciadores», interferem directa ou indirectamente sobre a fase de replicação e crescimento activo dos folículos (anagénese) e fazem com que uma percentagem significativa pare precocemente de crescer e entre na fase de repouso e subsequente queda (catagénese e telogénese).

Este fenómeno reverte após algumas semanas/meses e repõe a situação clínica num período que, habitualmente, não ultrapassa os 6 a 8 meses.

Tratamentos

Tipicamente, o deflúvio telogénico que é a causa mais frequente de queda capilar acentuada, reverte no espaço de apenas alguns meses. No entanto, nalguns casos, este fenómeno pode sobrepor-se cronologicamente ao início de uma alopécia androgenética – feminina ou masculina e parece prolongar-se no tempo, não em termos de maior queda mas de diminuição da densidade capilar.

Estas formas de queda de cabelo são auto-limitadas e respondem bem ao tratamento de suporte com medicação. Mesmo o padrão hereditário da calvície tende a melhorar e a estabilizar com um tratamento direcionado, que deve ser continuado indefinidamente.

Noutras situações, a queda de cabelo está associada a inflamação e fibrose das zonas de crescimento dos folículos (líquen folicular, lupus eritematoso, …) que não pode ser revertida, conduzindo a cicatrizes definitivas, sem hipótese de reponte nesse local (alopécias cicatriciais e definitivas), obrigando frequentemente a abordagens cirúrgicas.

Para saber mais sobre queda do cabelo, contacte-nos já e marque uma consulta, através do número 213 714 116 ou do endereço de correio electrónico geral@derme.pt

Queda do cabelo: causas

Em que consiste?

Queda do cabeloA calvície ou alopécia androgenética, consiste na redução total ou parcial de cabelos.

Os primeiros sintomas da calvície são o afinamento dos fios de cabelo (hastes foliculares) e a sua substituição por fios cada vez menores e mais finos, sem pigmento até que deixem de ser visíveis a olho nú (penugem) que confere o aspecto de couro cabeludo despido.

A calvície progride tipicamente com o recuo da linha de implantação dos cabelos a nível de testa (frontal) e das têmporas (entradas), podendo acompanhar-se de rarefacção também da coroa (vértex) levando, progressivamente à nudez das zonas superior e frontal da cabeça (fronto-biparietal).

Os cabelos das zonas laterais e posteriores da cabeça não são afectados por este processo e não se miniaturizam.

Factores que podem agravar a calvície

A queda do cabelo afecta homens e mulheres e é, maioritariamente, um factor genético, que assim o determina.

A calvície pode ser agravada ou acelerada por mais alguns factores:

– Problemas relacionados com uma alimentação deficitária ou higiene desadequada do couro cabeludo;

– O aumento da oleosidade pode originar uma dermite seborreica e interferir no processo de progressão da calvicíe;

– Alguns procedimentos capilares assim como agressões traumáticas dos folículos podem agravar a calvície;

– Alguns medicamentos, particularmente na mulher podem ser a causa de um instalação precoce de uma calvície feminina.

Um tratamento médico adequado pode ajudar a identificar as causas da diminuição da densidade capilar do couro cabeludo. O controlo da calvície pode ser conseguido mediante tratamentos ajustados e um correcto acompanhamento por parte de um dermatologista.

Para saber mais sobre causas da queda do cabelo, contacte-nos já e marque uma consulta, através do número 213 714 116 ou do endereço de correio electrónico geral@derme.pt

Queda do cabelo – Saiba mais

Queda do cabeloMuitos pacientes queixam-se de queda de cabelo aumentada em algum momento da sua vida. Cabelos espalhados pela casa, riscos mais largos e perda de densidade capilar são alguns dos sintomas declarados.

O deflúvio capilar telogénico, nome pelo qual é conhecida a maior parte das situações de queda aumentada de cabelo, transitória, sazonal ou após um stress somático, onde estão incluídas as intervenções cirúrgicas, partos, doenças agudas, alterações hormonais, infecções, etc, é uma resposta «fisiológica» do organismo.

Tipicamente, reverte, de uma forma geral, no espaço de apenas alguns meses. No entanto, nalguns casos, este fenómeno pode arrastar-se e ou sobrepor-se cronologicamente ao início de uma alopécia androgenética – feminina ou masculina.

De uma forma geral, uma vez resolvido ou ultrapassado o evento que desencadeou este deflúvio telogénico a recuperação e reponte dos folículos faz-se de forma espontânea, embora deva ser suportada por um aporte, quer local quer oral, de substâncias e substratos que aceleram e facilitam este mesmo reponte, conferindo ao mesmo tempo um aspecto mais são e volumoso ao cabelo.

Para saber mais sobre queda do cabelo após cirurgia, contacte-nos já e marque uma consulta, através do número 213 714 116 ou do endereço de correio electrónico geral@derme.pt

Calvície Masculina

A calvície é o termo mais comum para denominar a alopécia androgenética, um problema que afecta maioritariamente homens e para o qual não existem soluções naturais definitivas.

As manifestações de calvície masculina tornam-se evidentes, em regra, por volta dos 30 anos de idade, apesar do processo se desencadear mais cedo, a partir da adolescência.

As consequências são, sobretudo, estéticas, e podem afectar a auto-estima dos pacientes. Há quem não se importe e deixe a natureza seguir o seu curso, mas também há quem viva absolutamente atemorizado pela «nudez» do couro cabeludo anunciada progressivamente.

CalvícieA predominância deste problema nos homens é resultado da estimulação continuada dos folículos por hormonas, nomeadamente a testosterona que, após se ligar ao receptor nas células da zona germinativa do folículo capilar, é transformada dentro da célula em dihidrotestosterona (DHT), a sua forma activa.

Esta hormona estimula a célula e vai induzir o cabelo em ciclos de crescimento/queda mais rápidos, que acaba por gerar a miniaturização do mesmo, ou seja, a transformação de um folículo terminal em folículo velo.

A calvície não tem origem na diminuição do número de folículos capilares, mas antes numa redução drástica do seu calibre, tamanho e pigmentação.

Este fenómeno ocorre exclusivamente na zona do alto do crânio, onde os folículos são mais sensíveis à acção desta hormona, por possuírem uma maior suscetibilidade genética a esta estimulação.

Este quadro clínico não deve ser classificado como uma patologia, mas apenas um fenómeno fisiológico que ocorre em graus variados em toda a população.

Pode desencadear quadros patológicos do foro psicológico, afectando a auto-estima e conduzindo a patologia depressiva mais ou menos acentuada e, por isso, necessitar de um suporte terapêutico, quer do ponto de vista dermatológico, quer do ponto de vista psicológico.

Há outras razões que justificam o aspecto negativo da calvície, desde logo o efeito de protecção das agressões externas.

O cabelo que cobre o crânio tem como funções fisiológicas o facto de proteger o couro cabeludo da acção de traumatismos directos ou da acção nefasta do sol a nível da pele do couro cabeludo.

É frequente observar-se a patologia do couro cabeludo em homens calvos directamente ligada à acção do sol, ao longo dos anos (queratoses actínicas, tumores cutâneos), o que não acontece se houver uma cobertura capilar abundante de folículos terminais.

Saiba mais Calvície Masculina

Alopécia Feminina – Saiba mais

A alopécia androgenética feminina pode caracterizar-se por padrões de rarefacção capilar, predominantemente na região fronto-biparietal.

Alopécia

É sabido que os androgénios (hormonas masculinas, mas que também são produzidas pelas mulheres, embora em menor quantidade) são responsáveis pela estimulação dos folículos capilares, levando-os a ciclos de crescimento/queda mais curtos, culminando na atrofia de alguns folículos capilares, conferindo assim um aspecto mais «ralo» ao cabelo.

Nestes casos, é necessário realizar uma terapêutica de «bloqueio» hormonal para que este fenómeno não ocorra ou, pelo menos, seja bastante diminuído, embora tal necessite de uma avaliação prévia em consulta de dermatologia.

A alopécia androgenética feminina, assim como várias outras patologias que levam a quadros de rarefacção capilar (tricotilomania, patologia inflamatória e/ou cicatricial do couro cabeludo, etc.), requerem sempre uma avaliação global e, por vezes, analítica a ser realizada em consulta de dermatologia.

É igualmente de ter em conta, nesta avaliação, todas as alterações progressivas que vai sofrendo o nosso organismo com a idade, sendo sabido que a densidade capilar tende a diminuir com o avançar dos anos, a par com tantas outras alterações somáticas que nos acompanham neste percurso (aparecimento de manchas, rugas, pequenas lesões vasculares ou «sinais», etc.)

Para saber mais sobre Alopécia Feminina, contacte-nos já e marque uma consulta, através do número 213 714 116 ou do endereço de correio electrónico geral@derme.pt