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Doenças de pele: o que é a psoríase e qual o melhor tratamento?

psoríase é uma doença de pele muito comum (2 a 4% da população), mas que nem sempre é encarada com à vontade por parte dos pacientes.

As lesões típicas de psoríase são as placas avermelhadas e cobertas de escamas espessas, mas numa fase inicial os sintomas não são muito visíveis. Assim, muitos dos doentes começam por ter manchas na pele, mas não reconhecem como um sintoma de psoríase, e associam estas pequenas manchas na pele a outros factores, como o sol, por exemplo.

Psoríase: quais os sintomas mais comuns desta doença de pele?

psoríaseUm dos principais e mais comuns sintomas da psoríase são as placas na pele. Começam por ser pequenas manchas na pele, difíceis até de identificar, mas que vão aumentando, em quantidade, dimensão e espessura, tornando-se cada vez mais escamosas.

Outros dos frequentes sintomas de psoríase é o aparecimento de lesões semelhantes, associadas a algum grau de comichão, no couro cabeludo.

É normal que, em mais de 50% dos casos de psoríase, as lesões da psoríase provoquem comichão. O local afectado por esta doença de pele fica livre de pelo, mas que volta a crescer uma vez resolvida a mesma.

A psoríase é uma doença de pele, e, sendo a pele o maior órgão do corpo humano, é normal que se manifeste em várias partes do corpo. As partes do corpo mais afetadas pela psoríase são o couro cabeludo, os cotovelos, os joelhos, as costas, as nádegas, as unhas, as sobrancelhas, as axilas, o umbigo e as pernas.

No couro cabeludo, a psoríase manifesta-se através de escamas brancas e espessas, que ficam muito agarradas ao couro cabeludo e aos folículos dos cabelos, assemelhando-se, em aspecto e em dimensão, à caspa.

O local afectado por esta doença de pele costuma ficar avermelhado e a zona do couro cabeludo afectada perde algum cabelo.

Doenças de pele: como se manifesta a psoríase nas crianças?

A psoríase, uma das doenças de pele mais comuns, também se manifesta em adolescentes e em crianças. No caso dos adolescentes, esta doença de pele manifesta-se da mesma forma que nos adultos.

Nas crianças mais pequenas, a psoríase manifesta-se de forma distinta: as crianças que ainda usam fralda costumam apresentar os primeiros sinais de psoríase na região de fralda, assemelhando-se a vermelhidão da psoríase aos sintomas do eritema da fralda, como que se de uma assadura se tratasse, podendo posteriormente progredir para outros locais em qualquer localização cutânea..

Doenças de pele: qual o melhor tratamento para a psoríase?

O tratamento da psoríase é diário e contínuo. Para o paciente, muitas vezes é complicado aceitar a doença e entender que é necessário um tratamento constante desta doença de pele para que os sintomas não piorem e a doença não se manifeste de forma mais acentuada. O paciente tem de “aprender” a conhecer e a lidar com a sua doença de pele, reconhecer as fases de agravamento de forma precoce para, através de uma intervenção tão rápida quanto possível, travar e “abortar” os seus surtos de agravamento.

Primeiro, é necessário abolir mitos associados à psoríase, como «a psoríase transmite-se através de contacto físico» ou «pode ficar com psoríase se usar alguma peça de roupa de uma pessoa com psoríase». Mitos, apenas mitos e nada mais!

O tratamento diário permite uma melhoraria e mesmo a remissão das manchas na pele que um doente com psoríase tem. O tratamento de psoríase pretende controlar os seus sintomas. Assim, o paciente com psoríase tem à sua disposição um leque de terapêuticas que passam por medicação biológica injectável, o uso de medicamentos em forma de comprimidos, cremes, pomadas, loções, shampoos e medidas gerais de higiene e hidratação da pele. Por vezes, é necessário alterar alguns hábitos da alimentação do paciente.

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Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 28 de Janeiro de 2014. O seu conteúdo foi actualizado.

Psoríase das unhas – Saiba mais

A psoríase das unhas, ou psoríase ungueal, é de difícil tratamento, no entanto, tende a melhorar concomitantemente com a melhoria das lesões cutâneas (mais lento porque as unhas crescem mais lentamente).

Muitos pacientes lutam durante anos contra a psoríase das unhas, recorrendo a vários medicamentos, mas sem conseguir tratamento com sucesso.

Tratamentos da Psoríase das unhas

Psoríase das unhasAs alternativas para o tratamento da psoríase ungueal isolada são as infiltrações locais com corticóides, a fototerapiaquimioterapia PUVA, a terapêutica fotodinâmica ou a terapêutica sistémica com várias drogas (metotrexato, ciclosporina ou biológicos nalguns casos).

De facto, a psoríase das unhas é uma condição difícil de tratar e requer o recurso a medicação sistémica ou, eventualmente, a fototerapia local.

No entanto, com regularidade, as lesões ungueais tendem a seguir a evolução das lesões cutâneas e o tratamento destas resulta na melhoria daquelas.

Existem no mercado medicamentos biológicos, que só raramente estão indicados para o tratamento da afecção das unhas isoladamente e apenas quando estas lesões comprometem seriamente a vida profissional ou social do paciente.

Primeiro que tudo, há que assegurar que se trata, na realidade, de psoríase das unhas, ver a extensão das lesões, até que ponto estas interferem na qualidade de vida do paciente e tomar uma decisão terapêutica.

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Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 18 de Julho de 2013. O seu conteúdo foi actualizado.

Tratamento da psoríase: conhece os sintomas?

Conhece os sintomas da psoríase?

Recentemente recebi em consulta para tratamento da psoríase o Sr. B., paciente com 84 anos de idade, a quem uma mancha de vermelho intenso surgira na canela, alguns meses após uma operação a uma fractura. Não reconhecendo os sintomas da psoríase, o Sr. B. procurou combater a lesão como se de uma reacção alérgica se tratasse, recorrendo a improvisações caseiras, como a massagem diária da lesão com aloe vera, o que se viria a mostrar ineficaz.psoriase

Na consulta, e examinando-se a lesão, concluiu-se que o Sr. B. sofria de uma das formas menos comuns de psoríase, caracterizada por intensa vermelhidão e descamação da pele, acompanhada de dor ou prurido. Porque a sua representação da doença incluía as mais comuns placas e a aplicação constante de aloe vera não permitia a acumulação das descamações, a doença foi mal identificada e mal tratada desde o início, levando-me a ponderar que apesar da psoríase ser das afecções cutâneas mais vulgares, poucas pessoas conhecem os seus reais sintomas.

Que tipos de psoríase existem?

O tratamento da psoríase pode ser frequentemente adiado pela má identificação da doença, facilmente confundida com eczemas, infecções fúngicas ou lesões devidas a dermatite seborreica, colocando em evidência a necessidade de recorrer a um dermatologista para um diagnóstico diferencial correcto. A contribuir para esta confusão está alguma variedade nos sintomas da psoríase, alguns dos quais muito pouco conhecidos.

No entanto não restam dúvidas da importância de um tratamento da psoríase iniciado precocemente, de forma a evitar complicações severas, pelo que a correcta identificação da doença é essencial. Assim, podemos encontrar as seguintes variantes desta patologia:

  • De longe o tipo mais comum da doença é a psoríase em placas, que afecta aproximadamente 90% dos pacientes, e se caracteriza por zonas de pele inflamada e avermelhada, coberta com células mortas de pele de cor branca e de aspecto escamoso (descamação micácea). Surge principalmente nos cotovelos, joelhos, pernas e couro cabeludo.
  • A psoríase pustulosa toma a forma de placas contendo lesões pontuais com pus subcutâneo, rodeados de pele vermelha e mole ao toque. Localiza-se mais frequentemente nas mãos e pés, ou então pelo corpo inteiro com lesões aleatórias.
  • A psoríase inversa surge maioritariamente nas zonas onde a pele se sobrepõe (pregas cutâneas), nomeadamente na pele das partes internas das articulações, dobras das orelhas, zonas genitais, axilares e inframamárias.
  • A psoríase gutata adquire forma de gotas que se vão adensando e se concentram essencialmente no tronco, resultante frequentemente de infecções do trato respiratório alto (faringites, amigdalites, sinusites, laringites, otites, …).
  • A psoríase artropática afecta principalmente articulações e tecidos conjuntivos, principalmente os dedos das mãos e dos pés, frequentemente provocando inchaço destes (dedos em salsicha) e causando lesões nas unhas, com o típico ponteado ungueal (pitting) o mesmo a deformação e descoloração completa da unha se for atingido o leito ungueal (onicodistrofia).
  • A psoríase eritrodérmica que é a forma mais grave de psoríase, com desequilíbrio dos mecanismos regulatórios cutâneos e a evolução para um eritema difuso (vermelhidão) de toda a pele com descamação intensa, perda calórica e proteica, com risco de vida potencial e que requer, quase sempre, o internamento do paciente.

Psoríase: como tratar?tratamento da psoríase

O tratamento da psoríase é obrigatoriamente multidisciplinar, já que a doença não tem cura, mas pode ser gerida e suprimida eficazmente quando sob a supervisão estrita de um médico dermatologista. Acima de tudo, o paciente terá de aprender um novo conjunto de rotinas e modos de lidar com a sua pele, de modo a evitar o surgimento de surtos que podem ser provocados por agressões à pele tão simples quanto uma tatuagem.

Tipicamente, os sintomas são combatidos com a aplicação tópica de cremes e pomadas contendo corticóides e derivados da vitamina D, e a utilização de champôs contendo moléculas anti-inflamatórias e que ajudam na descamação das lesões (queratolíticas) . 

Paralelamente, para os casos mais graves, pode recorrer-se à fototerapia, ou seja, a exposição a raios UV, frequentemente após ingestão de um agente fotossensibilizador.

Finalmente, o tratamento da psoríase em casos extremos, particularmente graves e não responsivos às terapêuticas anteriores, pode recorrer-se a fármacos de toma oral como a acitretina, o metotrexato ou a ciclosporina, imunossupressores que inibem a resposta imunológica que desencadeia as lesões psoriáticas.

Em última instância o recurso aos medicamentos ditos “biológicos” (como os anti-TNF ou os anti-IL12) é necessário, possuindo estes uma eficácia terapêutica excelente.

Devido à enorme complexidade desta patologia, só o acompanhamento próximo por parte de um médico especialista pode garantir um tratamento da psoríase de sucesso.

Se tem ou suspeita ter psoríase, contacte a Derme através do 213 714 116 ou do email geral@derme.pt e inicie já o seu tratamento.

Livre-se da psoríase e recupere auto-estima com ajuda de tratamentos

A psoríase é uma doença de pele crónica que afecta cerca de 2% a 3% da população mundial e que, apesar do conhecimento cada vez mais profundo sobre a doença, continua a ser muito incompreendida pela sociedade.

Muitas pessoas ainda acreditam que a psoríase é uma doença contagiosa, o que NÃO É VERDADE. Este tipo de crença instaurada pelo senso comum faz com que muitas pessoas que sofrem deste problema sejam marginalizada e, consequentemente, tenham sérios problemas de auto-estima. Na Derme sabemos como a psoríase afecta a vida de quem dela padece e por isso mesmo oferecemos a possibilidade de controlar a doença, de forma eficaz, com a ajuda dos nossos eficazes tratamentos de pele. Não deixe que a psoríase vença e assuma o comando da sua vida confiando a sua saúde à clínica Derme.

Quais a principais características da psoríase?

psoriaseOs sintomas típicos de um problema de pele como a psoríase são áreas vermelhas, bem delimitadas, com halo inflamatório periférico, cobertas por escamas branco-prateado de pele ainda compactada mas em descamação. Estas áreas, que designamos de placas, podem ser pruriginosas. São mais frequentes nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e região lombo-sagrada, mas podem também aparecer nas mãos e pés. Numa boa parte dos doentes, que pode chegar a 50%, a psoríase afecta, ao longo da vida, os dedos das mãos e/ou dos pés envolvendo as unhas Pelos menos 10 a 15% dos doentes com psoríase desenvolvem artrite psoriática, uma afecção que tem sintomas similares aos outros tipos de artrites inflamatórias, que evoluem com articulações inchadas e dolorosas. A artrite psoriática pode ser uma situação fisicamente muito debilitante.

Causas da psoríase

As causas da psoríase ainda não são totalmente conhecidas, no entanto, a comunidade científica sabe que a origem desta doença provém de um distúrbio do sistema imunológico. É constatado que esta doença tem também uma forte componente hereditária com uma base genética. Isso significa que em cerca de um terço dos casos, um parente próximo sofreu ou sofre desta dermatose. Os brancos (caucasianos) são mais frequentemente atingidos pela psoríase, o que reforça a ideia de um forte composto genético. De fato teria sido encontrado um gene que tem ligação com o desenvolvimento da psoríase. Para resumir, podemos dizer que a psoríase pode ter causas multifatoriais (genética, doença auto-imune e, igualmente, uma componente ambiental no seu desenvolvimento). Todavia, factores como stress, doenças infecciosas, climas frios, ingestão de certo tipo de medicamentos, problemas psicológicos, obesidade, entre outros, podem estimular ou agravar uma psoríase (pré-existente). Se sofre deste problema não tenha vergonha de procurar ajuda. Na Derme o seu caso será avaliado de forma minuciosa e personalizada, de forma a assegurar que lhe será administrado o tratamento mais adequado e eficaz para o seu tipo de psoríase.

Ligue já para a nossa clínica e marque uma consulta através do número 213 714 116 ou do endereço de correio electrónico geral@derme.pt.

Como tratar a psoríase?

Se for localizada, a psoríase trata-se com fármacos à base de vitamina D e emolientes, mas se for muito extensa, o doente tem de ser  tratado intensivamente com recurso a acitretina, metrotexato, ciclosporina, fototerapia específica ou, inclusivamente, aos novos medicamentos (extremamente eficazes) designados por “biológicos”. Dependendo do tipo de da gravidade da sua psoríase, será submetido a diferentes tratamentos. Os tratamentos por fototerapia com raios UV, por exemplo, são utilizados para tratar a psoríase moderada a grave, ou seja, resistente aos cremes e a pomadas tópicas. Existem três tipos de fototerapia: tratamento UVB (raios UVB), tratamento PUVA (raios UVA e agente fotossensibilizador) e fototerapia de banda estreita (radiação UV de elevada intensidade). Fazer uma recorrente exposição à luz solar é um truque que também pode ajudar bastante a manter a psoríase controlada, pois ajuda no controlo da inflamação cutânea e à produção natural de vitamina D. A medicação sistémica e os biológicos estão reservados para situações recalcitrantes e de difícil controlo com a medicação tópica, com uma gradação progressiva destas moléculas.

Declare guerra à psoríase hoje mesmo e contacte-nos já para marcar uma consulta, através do número 213 714 116 ou do endereço de correio electrónico geral@derme.pt.

Psoríase: conheça as causas e o seu tratamento

O que é a psoríase?

As causas da psoríase são variadas e diversas, dividindo-se entre genéticas, imunitárias e ambientais, mas os investigadores ainda não possuem dados definitivos. Os conhecimentos dermatológicos mais recentes inclinam-se, não para uma causa, mas para um conjunto de factores que interagem para despoletar o surgimento da doença, nomeadamente uma combinação de predisposições genéticas com situações de stresse que desencadeiam uma reacção imunitária.

Factores como o excesso de peso, consumo de álcool e tabaco também têm sido associados ao surgimento da psoríase, tal como várias substâncias farmacológicas. Estas poderão não só despoletar a psoríase em indivíduos predispostos, ou agravar a condição se for pré-existente. Anti-inflamatórios não-esteróides, lítio, tetraciclinas e em particular os betabloqueadores, são algumas das categorias de fármacos que estão associados ao desencadear ou agravar da psoríase. O caso dos betabloqueadores, amplamente utilizados no tratamento de doenças cardiovasculares é dos mais conhecidos como agentes com influência na psoríase, ainda que os mecanismos de acção sejam pouco conhecidos.

No caso da psoríase provocada por fármacos, esta pode ser dividida em duas categorias:

psoriaseNo caso da psoríase induzida por fármacos, a doença tende a desaparecer com a suspensão da utilização do medicamento provocador.

No caso da psoríase agravada por fármacos, a doença tende a agravar-se mesmo com a suspensão da toma do medicamento.

Todos os factores levados em conta, a psoríase deve ser entendida como uma condição inflamatória crónica do tipo auto-imune, já que está ligada a uma actividade excessiva de um sub-tipo de linfócitos T, um tipo de glóbulo branco.

Segundo esta corrente de pensamento, as células T migram para a derme e desencadeiam através da produção de proteínas mediadoras da acção celular chamadas citocinas, uma estimulação da proliferação das células da epiderme (queratinócitos). O resultado é uma inflamação e a produção acelerada de células da pele, acumulando-se as células mortas em forma das conhecidas placas brancas e descamativas.

A teoria é suportada por observações da acção de imunossupressores (tratamentos para diminuir a resposta imunitária, por exemplo para limitar a rejeição de órgãos), tendo a imunossupressão resultado no desaparecimento das lesões da psoríase.

A psoríase é contagiosa?

A morosa explicação anterior tinha como objectivo desmistificar este mito: a psoríase não é contagiosa. Como doença auto-imune, advém de uma resposta inadequada do sistema imunitário individual ao seu próprio corpo e não é uma infecção. Tratando-se as manchas e os flocos brancos de meras inflamações e células da pele mortas, estas não têm qualquer perigo de contágio.

A psoríase é uma doença de pele?

Não estritamente. Como vimos anteriormente, uma das hipóteses para o surgimento da psoríase é a acção desajustada dos linfócitos T. A psoríase não é por isso uma doença da pele, mas o resultado visível de uma patologia geral subjacente. Ao contrário do que se diz frequentemente, não é provocada por falta de higiene e não deve ser tratada como um simples problema estético ou cosmético. Além da psoríase cutânea, existem formas da doença que afectam as articulações, causando fortes dores e rigidez (artrite psoriásica).

A psoríase tem cura?

Como esta é uma condição considerada crónica, não tem efecivamente cura. No entanto, existe tratamento da psoríase. As inúmeras terapêuticas existentes ajudarão a aliviar os sintomas da psoríase como a comichão ou as mazelas estéticas. Estes passam por medicação, fototerapia e medicamentos sistémicos. O mais importante é sem dúvida procurar um dermatologista especializado em psoríase e seguir os seus conselhos estritamente.

Cuidados a ter com a psoríase.

Se sofre de psoríase, mantenha em mente que as lesões cutâneas poderão agravar a sua condição. Por isso, apesar de poder ter essa vontade, não faça tatuagens de forma a esconder as lesões, já que a agressão acabará por lhe poder agravar a doença. De igual modo, evite coçar ou manejar agressivamente as lesões, ou a irritação e sangramento resultantes agravarão também o problema. Por isso toque levemente se tiver comichão, mantenha a pela hidratada, use protector solar e evite tomar banho com água demasiado quente.

A regra principal é que se sofre de psoríase, toda e qualquer agressão à pele poderá desencadear um agravamento.

Um dermatologista é essencial.

Se sofre de psoríase, deve procurar imediatamente um dermatologista. Apesar da doença parecer pouco grave, a multiplicidade de factores desencadeantes significa que só através do acompanhamento médico lhe será possível identificar a causa que lhe é específica e assim encontrar o tratamento correcto para o seu caso. É bem possível que aquele tratamento que resulte com um indivíduo seja completamente ineficaz com outro, daí a importância de encontrar um profissional com o qual possa rever o seu historial clínico e analisar cuidadosamente os fármacos que se encontra a tomar.

Atenção: com a medicação existente actualmente, são raros os tipos de psoríase que não se conseguem tratar com grande eficácia.

Se desejar saber mais sobre a psoríase, dirija-se à Clínica Derme, através do email geral@derme.pt ou dos números de telefone 213 714 116/7, marcando uma consulta onde poderá conhecer todas as opções disponíveis para si.

Psoríase, uma doença que incomoda! Qual o tratamento mais eficaz?

A psoríase é uma doença crónica de pele que atinge cerca de 13% da população mundial e mais de 250 mil portugueses1 e que tem sido alvo de várias investigações, fruto do interesse geral por parte de associações, médicos e utentes, nos últimos anos.

Invista no seu bem-estar físico e emocional!

Os registos dos casos mais antigos de psoríase datam do início da era cristã e durante muito tempo esta doença foi confundida com a lepra, gerando um sentimento de rejeição em relação aos doentes devido ao aspecto que apresentavam. Esta inflamação na pele apresenta-se sob a forma de placas avermelhadas que se escondem debaixo de crostas ou camadas espessas que se soltam da pele e que, na maioria dos casos, se fazem acompanhar de comichão e ardor. Desenvolvem-se nas articulações, como cotovelos e joelhos, mas em fases avançadas e mais activas podem alastrar ao couro cabeludo, face, pés e mesmo as mucosas genitais e unhas. Estudos científicos mais precisos determinaram que a psoríase não é uma alergia passageira e não se transmite de forma epidémica, mas pode ser uma herança genética e necessita de um tratamento adequado.

Quais as principais causas da psoríase?

tratamento da psoriaseO stress, o estilo de vida (tabaco, álcool, excesso de peso), a ingestão de certos alimentos ou de determinados medicamentos podem desencadear e agravar as lesões, pelo que é necessário o aconselhamento com um especialista na área da Dermatologia. Não sendo uma doença letal,é hoje considerada uma doença sistémica pois tem repercussões noutros órgãos como o coração, articulações, sistema nervoso central, etc., e pode tornar-se bastante debilitante e traduzir-se em dor e deformações nas articulações. Por outro lado, num estudo recente, os doentes admitem que o aspecto da doença afecta a nível emocional, diminuindo a auto-estima. Muitas pessoas evitam exposições públicas e recusam o contacto social, pois o desconhecimento da doença e o preconceito ainda são factores inibidores. Não deixe que a psoríase tolde a sua vida. Peça ajuda através do 213 714 116 ou para geral@derme.pt.

Tratar a psoríase é hoje uma realidade!

Um tratamento eficaz e adequado para a doença passa obrigatoriamente por um aconselhamento médico especializado. É importante perceber que as prescrições para o tratamento da psoríase têm por base as descrições pormenorizadas dos sintomas, por parte dos doentes. Cada caso é um caso e as terapias diferem dependendo dos casos e da gravidade da doença. Nas consultas do Dr. Miguel Trincheiras são prescritos ou realizados os procedimentos adequados para o tratamento da doença em determinado paciente, nomeadamente terapias medicamentosas e a aplicação de técnicas inovadoras. Poderá ainda obter, através dos conhecimentos deste Dermatologista, dicas para melhor conviver com a doença, bem como orientação nos hábitos alimentares para melhorar o decurso da psoríase. Sendo o principal objectivo da DERME.PT satisfazer o paciente e proporcionar uma elevada qualidade de vida para estes doentes, poderá sempre contar com ajuda personalizada e interactiva que coloca o paciente e os seus anseios na base de toda a terapia!

Retome a sua vida na DERME.PT e marque já a sua consulta!

1 – Informação retirada de Atlas da Saúde (http://www.atlasdasaude.pt/publico/content/dia-mundial-da-psoriase-assinala-se-29-de-outubro )

Psoríase afecta auto-estima

PsoríaseA grande maioria dos portugueses que sofre de psoríase confessa que aquela doença afecta a sua auto-estima negativamente, prejudicando o relacionamento interpessoal.

A conclusão é de um estudo da responsabilidade da Associação Portuguesa de Psoríase, que revelou que 69,8 por cento dos inquiridos admitiu que a doença afecta, de forma negativa, a sua auto-estima.

Preconceito afecta assumpção da doença

A pesquisa, denominada «Estudo de Caracterização de doentes com Psoríase» revelou ainda que o preconceito existe e faz com que as pessoas tenham alguma dificuldade em assumir a doença.

De acordo com o presidente daquela associação, «a qualidade de vida dos doentes tem a ver com a forma como a doença é tratada e também como a doença é aceite pela sociedade».

Por outro lado, cerca de 45,5 por cento dos inquiridos confessou que o receio do que os outros possam pensar os afecta mais do que as próprias questões físicas da doença, sobretudo ao nível da auto-estima.

Maioria sente sintomas da Psoríase antes dos 25 anos

Em 56 por cento dos 405 inquiridos, a doença manifestou-se antes dos 25 anos, sendo que mais de metade dos respondentes afirmou que a doença os impediu de conseguir um nível educacional mais elevado ou de ir a aulas e exames (54,1 por cento).

No entanto, a maioria dos doentes descreveu o estado da doença como moderado (45 por cento) e 62 por cento indicou estar estável ou a melhorar.

A psoríase é uma doença auto-imune que se manifesta na pele, não é contagiosa, é crónica e pode surgir em qualquer idade. A psoríase afecta mais de 250 mil pessoas em Portugal e mais de 125 milhões, em todo o mundo (prevalência de cerca de 2-3% na população nas sociedades ocidentais).

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Psoríase e Tatuagens

psoríase e tatuagensAs tatuagens corporais são cada vez mais comuns e inclusivamente menos tóxicas para a pele.

Antigamente relacionava-se com muita frequência a tatuagem a patologias como HIV, Tétano, Hepatite B e C. E.

Mas hoje em dia, quando feita em locais credíveis, com boas condições higiénicas, são raros os efeitos secundários. Se assim é qualquer pessoa poderá fazer uma tatuagem, certo?

Errado! A minha resposta, enquanto médico dermatologista é: Seja cauteloso.

A tatuagem traumatiza a pele. Ao ser introduzido pigmento (elemento estranho à pele) repetitivamente na derme com a utilização de agulhas, poderemos desencadear uma série de respostas inflamatórias, umas mais graves que outras considerando o tipo de pele, a zona do corpo, problemas de cicatrização provocado pela Diabetes ou simples tendência para a formação de quelóides, ou ainda o aparecimento ou agravamento de alguma patologia sistémica como a Psoríase.

Debrucemo-nos mais particularmente sobre a Psoríase. Já fui abordado por muitas pessoas que queriam esconder as manchas causadas pela psoríase. É importante esclarecer que as tatuagens não podem cobrir as manchas escamosas da pele causadas pela doença.

Se tem psoríase, nunca ouviu falar sobre o fenómeno de Koëbner e quer fazer uma tatuagem, é importante saber que quando se provoca um trauma na pele, podem-se desencadear mais lesões de psoríase.

Quando a pele é traumatizada, surgem lesões cutâneas idênticas às já existentes noutros locais do corpo, o surgimento destas lesões ocorre normalmente pouco após o trauma, no entanto há vários casos em que as lesões só se desencadeam alguns anos após a tatuagem.

É por isso que sugiro cautela e ponderação. As manchas da psoríase podem ser tratadas medicamente e, em última instância, tapadas com roupa ou maquilhagem (aconselha-se maquilhagem biológica ou anti-alérgica).

Assim, muito embora a tatuagem seja um procedimento cada vez mais banalizado e seguro para a pele, não devemos descartar os aspectos particulares que tornam a pele mais ou menos sensível a traumas, logo mais ou menos adequada a tatuagens.

Pessoas com alergias a pigmentos, Psoríase, Vitiligo, Diabetes devem ponderar muito antes de fazer uma tatuagem. Tal como pessoas com outras patologias, como epilépticos ou hemofílicos. Fale com o seu dermatologista, ninguém melhor que ele saberá analisar o seu caso.

Saiba mais sobre Psoríase

Psoríase: quais as causas?

A psoríase é uma doença incurável com múltiplas causas, que podem ser genéticas, imunitárias, fisiológicas e ambientais.

Estas causas vão alterar o funcionamento das células cutâneas, sobretudo os fibroblastos e os queratinócitos.

Causas genéticas da Psoríase

psoriaseMuitas evidências sugerem que existe uma predisposição genética para a psoríase, embora não exista nenhum gene específico específico para esta doença.

Diversos estudos indicam que, em 30 a 50 por cento dos casos de psoríase, existe um histórico da doença.

Investigações em famílias com psoríase demonstram ainda que existem áreas cromossomáticas associadas à condição da psoríase, sendo que estes grupos de genes que originam a inflamação da pele variam de família para família e de paciente para paciente.

Causa imunitárias

A pele afectada pela psoríase tem um defeito, que passa pelo facto das células epidérmicas serem renovadas demasiado depressa. Os queratinócitos da epiderme multiplicam-se anormalmente e produzem queratina, que não tem tempo de «amadurecer», diminuindo a coesão entre as células e provocando descamação acentuada.

Além disso, a psoríase resulta de reacções inflamatórias na pele causadas por dois tipos de células: os neutrófilos polimorfonucleares e os lifócitos T. Estas células têm um papel fundamental na resposta imunitária do corpo.

A psoríase pode ser comparada aos processos auto-imunitários e funciona como se uma molécula da pele fosse confundida com um corpo estranho, sendo atacada pelo sistema imunitário, que responde de uma maneira exagerada.

Causas ambientais para o aparecimento da Psoríase 

Entre as causas ambientais da psoríase que são os factores externos (exógenos), contam-se as irritações e os micro-traumatismos cutâneos (ou seja qualquer processo susceptível de poder causar um fenómeno inflamatório local).

Os factores internos (endógenos) passam pelo stress emocional, doenças infecciosas e alguns medicamentos.

As crises de psoríase pode ser desencadeadas pelo stress emocional, que varia entre graves traumas psicológicos ou outros acontecimentos mais banais, como o regresso à escola.

A psoríase gutata (em gotas, espalhada por toda a pele de forma difusa) é regularmente resultado de uma reacção imunológica cruzada a uma infecção causada por estreptococos (bactéria).

O estilo de vida também pode aumentar o risco de desenvolvimento/agravamento de psoríase. Inclui-se neste capítulo o tabaco, o álcool e o excesso de peso.

O principal objectivo do tratamento da psoríase é a melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Os doentes devem decidir qual o tratamento mais conveniente, em conjunto com o seu dermatologista, devendo a estratégia terapêutica ser baseada no diálogo entre ambos.

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A Psoríase tem Cura?

Psoríase

A psoríase é uma doença de pele, sem cura definitiva, que vai evoluindo ao longo da vida e não é contagiosa.

Está ligada a factores genéticos, ambientais e imunitários e pode surgir em qualquer idade, embora tenha dois picos de incidência na infância (sobretudo adolescência) designado por precoce e outro tardio já na 6ª e 7ª décadas de vida.

É uma patologia inflamatória, assente numa componente genética que vai condicionar, através de factores exógenos (externos ao organismo) e endógenos (internos ao organismo), o aparecimento de lesões cutâneas do tipo manchas e placas avermelhadas, mais ou menos descamativas, podendo envolver virtualmente qualquer parte do revestimento cutâneo, incluindo couro cabeludo e unhas.

Há várias formas de psoríase (embora, nenhuma tenha cura), conforme a localização e o aspecto das lesões, sendo que, do ponto de vista médico, não há uma terapêutica uniforme, pelo que, em cada momento, é necessário perceber qual o tratamento mais adequado a essa fase da doença.

Se for uma forma localizada, a psoríase trata-se com fármacos de tipo creme/pomada à base de corticoides, vitamina D e emolientes, mas, se for muito extensa, o doente tem de ser tratado intensivamente, com recurso a medicação sistémica com ciclosporina, retinóides (acitretina), metrotexato ou com fototerapia ultra-violeta (UVB’s, PUVA).

A psoríase é uma patologia bastante complexa e convém que os tratamentos sejam minimamente dirigidos do ponto de vista científico e devidamente instituídos e controlados por um médico dermatologista.

Mais recentemente apareceram no mercado medicamentos «biológicos» que interferem nos mecanismos moleculares e imunológicos subjacentes à psoríase, com resultados espectaculares na evolução e remissão de extensos quadros desta patologia, mas cuja utilização está ainda só reservada a casos graves da doença, designadamente pelo seu custo elevado.

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